terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais um português ladrão


Recentemente um cobarde português dirigiu-se ao forte e queria entara como se fosse a casa da amelhinha. Claro que como alguns portugueses que só pensam em roubar o que é dos outros deixou uma mensagem anónima, que aqui vai.
Será o novo Dom sebastião? ou Pedro Alvares Pereira?
Deixe-se de merdas e vá ao governo ao tribunal á policia á casa de quem lambe as botas e reclame mas não seja anónimo.
É cobardia ir voluntariamente á casa de alguem ( que é que foi fazer á minha casa ao meu ilhéu?
Não sabe da história e quer ignorar é uma besta e reclamar do que não temos faz parte da cultura do povo portugues cuspir no prato que come.
claro que se entrasse na casa de alguem teria no minimo que ter respeito. Mas este sujeito só respeita o que lhe mete medo o seu "dono" a quem vai lamber
Fui recentemente ao "principado" e numa atitude intimidatória disseram-me logo à entrada: isto é propriedade privada", impedindo a subida, e logo a seguir: " não se esqueça de quando descer contribuir com uma moedinha". Para bem do turismo e de todos, que se decida de uma vez por todas se aquele ilhéu pode ou não ser vedado, nomeadamente com uma corrente e um cadeado como tem agora. Vi turistas que recuaram, com medo. Aquele espeço é de uso público há muito tempo e inclusivé tem um miradouro público. Tenho direito de lá estar sem ser incomodado, até porque legalmente o acesso ao espaço é livre há mais de 20 anos seguidos, logo para ser vedado tem de se pedir a um tribunal que assim o decrete. Uma vergonha!
Porque será que esse senhor anónimo em vez de ir ao Uníco ilhéu que Portugal vendeu não foi ao ilhéu que os donos da Madeira deram a um politico, ou será este anónimo cobarde como os são algum politico do governo a ver se consegue também este forte de graça como acontceu com o forte do lado, ou será o anónimo um Exº Srº Drº juiz do tribunal venal da republica. OS PORTUGUESES SÃO GOVERNADOS POR ALGUNS LADRÕES E OS QUE NÃO SÃO, SÃO CONIVENTES COM O ROUBO.
Sim é uma vergonha aquilo não é PORTUGAL e querem roubar

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Principado: PETIÇÃO

http://www.peticaopublica.com/?pi=Principe
Exmos. Senhores:

Presidente da República,
Presidente da Assembleia da República,
Primeiro-Ministro,
Ministro dos Negócios Estrangeiros,
Miniistro da Administração Interna,
Representante da República na R.A. Madeira,

Excelências,

Considerando:

a) Que o último Rei de Portugal, o Rei D. Carlos I, em 1903 procedeu, mediante Carta Régia, à venda não apenas da propriedade mas também do domínio do ilhéu onde se localiza e foi edificado o Forte de São José, um pequeno ilhéu situado na Pontinha, junto à cidade do Funchal e com a qual se encontra ligado por via da construção do Porto marítimo, através de provisão régia do Rei D. José, em 1756;

b) Que as autoridades portuguesas devidamente habilitadas, nomeadamente a Torre do Tombo, reconhecem a plena validade do documento de venda da propriedade e do domínio do ilhéu referido na alínea anterior;

c) Que o Principado da Pontinha preenche todos os requisitos exigidos pelo Direito Internacional Público para ser reconhecido como um Estado soberano e independente, dado que possui território, domínio sobre este, povo e a respectiva Carta Monárquica Constitucional;

d) Que o Direito Internacional Público, assim como o próprio Estado português reconhece o direito à auto-determinação dos povos.

e) Que não há nenhuma razão, de facto ou de direito, que impeça o Governo português e o seu Estado de reconhecer o Principado da Pontinha como Estado soberano e independente, muito menos por causa uma pequena parcela de um território cujo domínio alienou:

O abaixo-assinado requer a V. Exas., no âmbito das respectivas competências, o imediato reconhecimento, pelo Estado português, do Principado da Pontinha como Estado soberano e independente.

O abaixo assinado,

PETIÇÃO


Exmos. Senhores:

Presidente da República,
Presidente da Assembleia da República,
Primeiro-Ministro,
Ministro dos Negócios Estrangeiros,
Miniistro da Administração Interna,
Representante da República na R.A. Madeira,

Excelências,

Considerando:

a) Que o último Rei de Portugal, o Rei D. Carlos I, em 1903 procedeu, mediante Carta Régia, à venda não apenas da propriedade mas também do domínio do ilhéu onde se localiza e foi edificado o Forte de São José, um pequeno ilhéu situado na Pontinha, junto à cidade do Funchal e com a qual se encontra ligado por via da construção do Porto marítimo, através de provisão régia do Rei D. José, em 1756;

b) Que as autoridades portuguesas devidamente habilitadas, nomeadamente a Torre do Tombo, reconhecem a plena validade do documento de venda da propriedade e do domínio do ilhéu referido na alínea anterior;

c) Que o Principado da Pontinha preenche todos os requisitos exigidos pelo Direito Internacional Público para ser reconhecido como um Estado soberano e independente, dado que possui território, domínio sobre este, povo e a respectiva Carta Monárquica Constitucional;

d) Que o Direito Internacional Público, assim como o próprio Estado português reconhece o direito à auto-determinação dos povos.

e) Que não há nenhuma razão, de facto ou de direito, que impeça o Governo português e o seu Estado de reconhecer o Principado da Pontinha como Estado soberano e independente, muito menos por causa uma pequena parcela de um território cujo domínio alienou:

O abaixo-assinado requer a V. Exas., no âmbito das respectivas competências, o imediato reconhecimento, pelo Estado português, do Principado da Pontinha como Estado soberano e independente.

sábado, 10 de julho de 2010

AFINAL QUEM È?


Afinal quem é este homem e que pedra é esta?
Sabem o que é a Pedra de Dighton e qual é a sua ligação com a história da Madeira?

Se quiserem ver toda a informação sobre este assunto consultem a website www.dightonrock.com
Vão ficar supreendidos e maravilhados! Estranho o silêncio do governo português e não tem nada a ver com ilha que Portugal vendeu em 1903 e que os politicos portugueses queriam roubar. Se isto não é história é gatunice!
Que Deus Vos salve Cavaco.
Sobre a foto só para os mais cuidadosos.
Está á entrada da porta da tal ilha que os portugueses deram a um politico que sem meios alguns ficou rico com verbas da União Europeia e com toda a conveniencia do governo portugês por isso para lá entrar terão que pagar 250 euros e inaugurado pelo ministro português que afirmou em Paris "...a alternativa ao dialogo é a guerra..."
apetece-me chamar a estes tipos povo de m..... e por enquanto vão pagando o que lhes pertence supostamente.....