terça-feira, 1 de junho de 2010

Abençoada ilha



Abençoada ilha


A 19 de Março humildemente convidamos o representante da Igreja católica para abençoar o Principado do Ilhéu da Pontinha onde esta edificado o Forte de S. José, nome do figurativo pai de todos, por lhe ser atribuída a paternidade de Jesus o Cristo, que teve com sua 2ª mulher Maria, dentre os restantes mais de 12 filhos que teve com a sua primeira mulher, daí ser Patriarca .
Ora o representante local desta igreja nem se dignou responder, talvez por sermos realmente tão insignificantes e tal qual Jesus lutarmos contra os dominantes e opressores Fariseus, que lhe garantem facilidades e patrocinam obras com o dinheiro dos impostos em troca da garantia de manter mansos os rebanhos sendo assim mais fácil controlar os rebeldes, como o foi Jesus, que acabou pregado na cruz, por se ter atrevido a desmarcar os auto proclamados detentores da Luz Divina e que mantém na obscuridade as ovelhas cheias de medo do fogo dos infernos.
Tal qual então esta igreja fundada por aquele que cobardemente renegou o seu Mestre 3 vezes antes do galo cantar, embora só seja criticado o que o vendeu por 30 dinheiros mas que ao menos se arrependeu, mostrou consciência e suicidou-se.
Ontem ao vermos este alto representante da igreja católica a abençoar uma obra edificado em propriedade duvidosa em troca sabe-se lá de que interrogamo-nos que Deus é que representa pois aos humildes ignora. Parece filho em barriga alheia.
Atrevemo-nos a recordar-lhe aquele Fariseu que de vestes opulentas declamava na Sinagoga a Deus pela sua bênção e estando a porta receoso e humilde o pobre que somente pedia perdão de pecados que nem sabia quais, enquanto o Fariseu dizia: -… Deus eu contribuo eu rezo orações que sei de cor e nem penso no que digo enquanto aquele mal cheiroso, de vestes impróprias para se dignar entrar no teu tempo somente diz Perdoa-me pai que pequei.
Uma vez ao ler uma passagem do Livro sagrado, recordo ter lido: Será mais fácil a um pobre entrar no meu reino que a um rico.
Fico a interrogar-me.... Porque.
Será por estarem abençoados?
Com conhecimento ao herdeiro de Pedro na terra a ver se se arrepende e manda abençoar o principado, ou será que o padrão dos descobrimentos deixado por Zarco em 1419 ainda tem a bênção de Deus?
Estamos divididos pois parte do povo diz: Não merece que o Príncipe que perca tempo com cobardes.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

THE TIME IS NOW


"The Time is Now"

of Lord Christopher Macklin


DIA 22 de Abril quinta-feira 18 HORAS HOTEL PORTO SANTA MARIA Entrada livre
A conferência irá abordar o conhecimento, onde os templários evoluíram, o relacionamento de Jesus Cristo teve com a ANS Templários.
Irá descrever o que está acontecendo no mundo hoje e que o futuro nos próximos 3 anos para o Planeta Terra.

domingo, 7 de março de 2010

delírio fantasioso



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A descoberta de um prego do tempo da crucificação de Cristo no Ilhéu da Pontinha (Forte de S. José), foi notícia, na semana passada, em dois conhecidos jornais britânicos, o 'Daily Mirror' e o 'Daily Telegraph'. Contudo, Élvio Sousa, presidente do Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM), entidade que efectuou escavações no local, afirma que tudo não passa de um "delírio fantasioso". De acordo com os dois matutinos, o prego terá sido encontrado num caixa, juntamente com três esqueletos e três espadas, uma delas com a inscrição da Cruz dos Templários.Citado pelos Jornais, o arqueologista Bryan Walters sublinha que o ferro usado para fabricar o prego é do mesmo tipo que o que era utilizado em milhares de crucificações pelos romanos, acrescentando que ele data do primeiro ou segundo século depois de Cristo.O 'Daily Mirror' cita também Christopher Macklin, dos Cavaleiros da Ordem de Cristo da Britânia, o qual refere tratar-se de uma descoberta importante. O templário salienta que o facto de o prego ter sido transportado durante um grande período de tempo revela que ele terá tido "um grande interesse para muita gente". Considera também que os Cavaleiros originais acreditariam que este seria um artefacto genuíno da crucificação de Cristo. As notícias do achado mereceram já a reacção do CEAM, cujos esclarecimentos deverão ser publicados nestes dias pelos jornais britânicos.Élvio Sousa garante ser "manifestamente falsa a notícia que tenham sido encontrados quaisquer objectos" no espaço alvo de escavações."Desta área (cuja expressão inglesa anuncia 'dig') foram identificados, até ao substrato rochoso, objectos que datam, apenas e unicamente, dos séculos XVIII, XIX e XX, havendo todavia alguns vestígios que podem remontar ao século XVII.". Nesse sentido, o arqueólogo sublinha que a notícia dos achados de relíquias constitui "um delírio fantasioso", que se torna ainda mais sensionalista ao se afirmar que estas foram descobertas dentro de uma caixa de madeira à beira mar, perfeitamente conservada ao longo de dois milhares de anos.Élvio Sousa assegura que o prego encontrado, "a ser do forte, não é mais do que uma tacha usada na construção de habitações durante a Época Moderna (séculos XVII e XVIII) e existe às dezenas no recheio do espólio exumado nas escavações". Além disso, afirma que a referência aos esqueletos constitui também "uma invenção com contornos de dar maior ênfase ao apócrifo". O presidente do CEAM sublinha que a opinião do Centro de Arqueologia é corroborada pelo arqueólogo e especialista da arqueologia romana Brian Philp, o qual tem acompanhado o estudo dos materiais.Em suma, Élvio Sousa diz tratar-se de "uma pura invenção, sem rigor e seriedade científicas".Contactado pelo DIÁRIO, Renato Barros, proprietário do Forte de São José, ao qual se refere como principiado, sublinha o "trabalho notável" que foi realizado pelo CEAM no Ilhéu, mas acrescenta que foi ele próprio quem encontrou as peças. Segundo disse, trata-se, por isso, de "um achado e não de uma descoberta aqueológica". Renato Barros afirma que o forte é visitado diariamente por 200 a 300 pessoas, tendo sido numa dessas visitas que "uma pessoa do Museu Britânico" tomou conhecimento das relíquias. No seguimento dessa visita, ele próprio deslocou-se a Londres onde, segundo declarou, as peças foram autenticadas pelo museu. Porém, não quis adiantar mais pormenores sobre o assunto, salientado que ele será divulgado na Madeira, em conjunto com os responsáveis do museu.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

- O Diamante que Ilumina a Pérola


A Editora o Liberal convida V. Exa. para o lançamento do livro
“Forte de S. José da Pontinha - O Diamante que Ilumina a Pérola
do Atlântico” da autoria de Renato Barros com a colaboração de Vítor
Bettencourt (investigação histórica e arquitectónica do Forte de São José) e
João da Cunha Paredes (traçado regulador da fortificação).
Será apresentado por Brian Philip, Director da Kent Archaeological Rescue Unit, Roman Painted House de Dover, Reino Unido.

http://www.youtube.com/watch?v=2cChgVc4FRA

Data: 9 de Fevereiro de 2010
hora: 18:00
local: Teatro Municipal Baltazar Dias,
Funchal, Portugal

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Reino


O Reino
OPINIÃO
Élvio Duarte Sousa
Einstein sempre reiterou que a imaginação e a criatividade eram a essência do conhecimento.
Todos nós sonhamos. Até morrer.
O “reino” do Professor Renato Barros, do Rochedo da Pontinha, dispõe de imaginação, de criatividade e do direito à concretização do sonho, enquanto fazedor de realidades invisíveis na inquietante seriedade actual. Por mais desatinada que seja a intenção e o objectivo do caminho, existem coisas que jamais poderemos julgar. Uma delas é o direito à imaginação.
Conheço alguns dos meandros da rocha, sobretudo o seu interior.
Em 2005, em trabalhos arqueológicos realizados, foi possível identificar um conjunto de dados que hoje mostram a raridade e a singularidade do local, até então a única fortificação alvo de uma intervenção arqueológica cientificamente conduzida.
Nesse projecto coube, também, a experiência do decano britânico Brian Phlip, precursor da arqueologia preventiva nas ilhas de Sua Majestade.
Há pouco mais de uma semana terminámos os trabalhos de limpeza do espólio. O resultado é verdadeiramente surpreendente.
Cinco anos após as investigações é bom que assim seja. Sobretudo, para todos aqueles que viram na “casca” do forte um sinal de inexistente interesse arquitectónico ou histórico.
Todos os “engraxadores-mores” acabam, mais tarde ou mais cedo, por serem conhecidos como escravos das palavras e dos pensamentos dos outros. “

publicado no Diário Cidade a 25 Janeiro 2010
http://www.diariocidade.pt/