terça-feira, 13 de dezembro de 2011

CONVOCATÓRIA

PRÍNCIPE CONVOCA REUNIÃO DE LOUCOS Todos os sábados ás 15 horas quem é louco que apareça FORTE SÃO JOSÉ

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Principe compra a Madeira

Exmo. Senhor Ministro das Finanças Do Governo da República do País-Irmão Portugal Senhor Dr. V. Gaspar A/C Representante da República para A Ilha-sobrinha Madeira Assunto: Oferta Real de Aquisição do Arquipélago da Madeira Exmo. Senhor, D. Renato I, Soberano da Casa Real do Principado Independente da Pontinha, vem por este meio apresentar uma proposta, firme, de aquisição do Arquipélago da Madeira, de modo a anexá-lo ao seu Principado. O valor da aquisição será considerado em sede de negociações pessoais com V. Exa., atendendo não só à situação financeira frágil deste “Arquipélago-sobrinho”, aos créditos de 500 anos que o mesmo detém sobre o País-irmão Portugal e aos próprios créditos que este Principado detém sobre V. Exa., dada a ocupação abusiva e quase selvagem realizada desde a construção do Porto do Funchal. Na certeza de que a aceitação de V. Exa. irá ao encontro da vontade da maioria do povo português intoxicado pela vossa própria comunicação Social, mantém Sua Majestade Real a expectativa de prezadas e céleres notícias, de modo a dar andamento ao processo. Cordialmente, (D. Renato I)

domingo, 2 de outubro de 2011

PROCLAMAÇÃO REAL

PROCLAMAÇÃO REAL
ALUSIVA AO DIA NACIONAL
DO PRINCIPADO INDEPENDENTE DA PONTINHA
Decº 458/2011

Sua Majestade, D. Renato I, Soberano do Principado Independente da Pontinha, neste dia 3 de Outubro de 2011, proclama, aos seus leais súbditos, vizinhos fronteiriços, demais cidadãos do “país-irmão” Portugal, aos cidadãos dos vários Países do Mundo que, atravessando o oceano Atlântico, fazem questão de prestar vassalagem real:
1. Uma mensagem, “urbi et oprbi”, de paz e amizade.
2. Uma palavra de solidariedade para com o financeiramente “esventrado” povo de Portugal, vítima dos propósitos canalhas globalistas e dos seus comparsas/capatazes políticos lusitanos, traidores da Pátria-Irmã lusa e dos seus concidadãos.
3. Duas propostas à Troika financeira que, 37 anos depois do Conselho da Revolução democrática de Abril, constituiu o CONSELHO DA DEVOLUÇÃO da soberania económica portuguesa aos avarentos magnatas financeiros multinacionais (donos dos ditos mercados financeiros internacionais).
4. A primeira proposta visa dar em pagamento os dois denominados “Submarinos Portas”, que, pelo menos, custaram ao erário público do País-Irmão Portugal, mais de 2 mil milhões de euros, montante que corresponderá à receita fiscal abusiva correspondente à metade do subsídio de Natal dos trabalhadores dependentes portugueses.
5. A segunda proposta visa adquirir, em termos a negociar, a Região Autónoma da Madeira, de modo a expandir a área territorial do Principado Independente da Pontinha e a salvaguardar os legítimos direitos e expectativas de um Povo madeirense, sem alternativas minimamente credíveis à sua governação e que, pelo seu esforço, humildade, potencial e mérito, merece um governo sério e justo de Sua Majestade o Príncipe D. Renato I, o único governante mundial sem dívida pública.

Paços do Principado da Pontinha, Forte de São José, aos 3 dias do mês de Outubro do Ano da Graça de Anno a Christo Natto, MMXI
Sua Majestade, o Príncipe
(D. Renato I, o Justo)


www.fortesaojose.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ponto 1 da ordem de trabalhos do Srº Silva na 2ª feira

Ex.mo Senhor Presidente da Republica Portuguesa
Caro homologo Aníbal Silva

C/C: FMI, BCE, CE, Representante da Republica na R.A.M.
 

Tendo tomado conhecimento de que membros da Troika se deslocarão à Madeira para proceder a auditoria das contas desta região afecta à Republica Portuguesa de que é V. Ex.a, digníssimo representante, solicito e agradeço se o meu Muy ilustre Homólogo se dignasse indicar-me os contactos da antes referida comissão por forma a submeter à apreciação, certamente idónea e imparcial, os reais documentos que atribuem ao meu Território a condição de Estado distinto, que a potência ocupante, no momento corporalizada por V. Ex.a pelo exercício da sua Presidência, capacidade e poder similar ao do então Rei de Portugal, D, Carlos, que em 1903, vendeu sem embargo algum e abateu a fazenda nacional o meu Principado, acto legal e sem reservas, que Portugal teima em não honrar, como certamente não honrará os compromissos e actos que V. Ex.a vem assinando, o que evidencia o caracter dos " comandantes" desse povo, que já até foi herói e legal proprietário de meio mundo.

Forte de São José, dia 8 Setembro do Ano da Graça de
Anno a Christo Natto, MMXI

Que Deus Vos guarde

Renato Barros príncipe do Principado Ilhéu da Pontinha

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Amiga Angela Merkel

Troca de notas diplomática
Ao cuidado do Senhor Cônsul Honorário da Alemanha na Ilha-Sobrinha Madeira
Prezada homóloga A. Merkel,
Venho por este meio saudar a atenção havida pelo vosso esquadrão marítimo, ancorado junto ao Porto do Funchal da ilha-vizinha deste Principado Independente, respeitando, desta vez, a inviolabilidade das águas territoriais do Principado Independente da Pontinha.
Desta vez, e tal havíamos manifestado o nosso veemente protesto formal, a vossa elite militar marítima respeitou o Direito Internacional Público, e as águas territoriais do Forte de São José, capital do meu Principado independente.
Não deixo de estranhar, não obstante, que o Porto Marítimo mais caro do Mundo não permita à Marinha atracar em condições, tão pouco os submarinos que forçaram Portugal, via Bilderberg, a se arruinar cada vez mais.
Dado que o meu subsídio de Natal, como trabalhador em Portugal, será “penhorado” em 50% à conta dos 2 mil milhões de euros gastos nos vossos submarinos (a que deram o nome de crise internacional só para enganar o Povo), que nem aqui conseguem atracar, e muito menos de “Portas às avessas”, fica pelo menos registado, diplomaticamente, que entre nós os dois, cara colega, há uma diferença fundamental: uns chafurdam no vil metal, outros prosseguem um sonho real.
Cumprimentos reais,
São José, 17 de Agosto de 2011
D. Renato I
C.C. Comunidade Internacional e Imprensa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Perda soberania


Príncipe felicitou hoje a sua homónima Angela Merkel, em termos de soberania pelo facto da mesma afirmar que quem pede dinheiro e não pode pagar tem que alienar soberania, deste modo o principado lembrou que em 1903 não havia o BE não havia EU não havia FMI nem PECs e que o rei de Portugal vendeu...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CONCURSO iNTERNACIONAL


EDITAL INTERNACIONAL n.º 2011.06.21 do PRINCIPADO INDEPENDENTE DA PONTINHA: CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL
Sua Majestade, D. Renato I, torna pública a abertura de um concurso internacional para a empreitada com as características e condições a seguir enunciadas:
Objecto do concurso: Construção do Clube Naval do Principado de modo a privilegiar o acesso directo da população funchalense, entre outras, ao mar, mediante inscrição no respectivo Clube em condições mais atractivas que as praticadas pelas autoridades da ilha-sobrinha e vizinha Madeira.
Prazo de execução: 30 dias após adjudicação
Prazo e local para entrega das propostas e da obra: 15 dias, prazo a contar da última publicação matutina em periódico do País-irmão Portugal ou da ilha-sobrinha Madeira e entrega, contra recibo, na seguinte morada: Forte São José, 1.º Ilhéu da Pontinha, local de execução da empreitada..
Condições particulares: 1) Preço não sujeito a revisão nem a alterações; 2) Proibição de sub-empreitadas; 3) Identificação prévia de todos os trabalhadores disponíveis para a execução da obra, com garantias de salários em dia e contribuições para a Segurança Social do “País-irmão” Portugal; 4) Depósito de 30% do valor da adjudicação em caso de incumprimento; 5) Apresentação de garantia bancária “on first demand” sobre o preço total a propor (deduzido dos 30%), e a accionar apenas em caso de incumprimento; 6) Viatura automóvel para acompanhar a fiscalização da obra, a ceder ao Promotor no final da mesma; 7) Idoneidade técnica e conhecimentos de hidráulica; 8) Na proposta deve constar um projecto autónomo de especialidade, respeitante ao aproveitamento da acção das ondas do mar para produção de energia eléctrica, em prol da auto-suficiência energética deste pequeno País soberano; 8) Projecto obrigatoriamente em conformidade com o respeito pelo ambiente, património da Humanidade.
Critérios de selecção das propostas: Sua Majestade é soberana, não se submete a quaisquer critérios.
Garantias do soberano: Cessão de créditos detidos pelo Principado Independente da Pontinha sobre as entidades públicas e privadas que exploram o Porto de Funchal como se do mesmo fossem os únicos beneficiários.
Chancelaria da Casa Real do Principado Independente da Pontinha
Forte de São José, dia 21 Junho do Ano da Graça de Anno a Christo Natto, MMXI
D. Renato I, O Justo


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bin Laden's death proof



o Principado tem a prova da morte de Bin Laden conforme objecto em anexo examinado pelo departamento forense do Estado soberano que veio bater á costa segundo fonte anónima.

A única certeza é que o utilizador não tinha "pé de atleta"

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Mais imagens sobre o Forte...

... que o Governo diz que não vale nada mas ofereceram-me 75.000 euros pela rochinha e como não vendi aos donos dos madeirenses impediram-me de fazer algo e ameaçaram-me de morte.
http://www.flickr.com/photos/fortesaojose/

domingo, 10 de abril de 2011

P.S.P. – Portugal Safer Place ou P.S.P. – Protegendo Safados Públicos?

P.S.P. – Portugal Safer Place ou P.S.P. – Protegendo Safados Públicos?
Não posso deixar de reparar (perdoem-me a apropriada expressão) nos “tiros nos pés” que a P.S.P. quis dar ao destino Madeira, promovendo na Região (a ilha-vizinha do meu País, o Principado da Pontinha) uma campanha a respeito da segurança deste destino turístico, o mesmo que ignora (ostensivamente) a importância histórica do Forte de São José, o primeiro ponto habitado pelos Descobridores Portugueses… quando nem sequer havia polícia.
De facto, exibir o “músculo” e o “armamento” é próprio de quem mais nenhum argumento tem para apresentar, em especial uma política de segurança que nem cuida daqueles turistas que são violentados e roubados nos passeios das levadas da floresta Laurissilva. Justificava-se uma intervenção adequada nestes locais da natureza, em vez de milhares de euros gastos com uma campanha inútil.
Além de que uma campanha de segurança à entrada de um Porto marítimo (o mesmo que beneficia de fundos comunitários e retém, abusivamente ,a parte referente ao Forte de São José, um dos pontos vitais para a segurança da baía do Funchal), para quem, ao menos uma vez na vida queira colocar-se na “pele” de quem nos visita, suscitará a desconfiança desse mesmo visitante. Ora, se um local é seguro, essa segurança advém da melhor publicidade possível no Mundo, o “boca-a-boca” ou “e-mail a e-mail”.
Não posso deixar de pensar que o verdadeiro significado de P.S.P. possa ser o de protecção dos safados públicos, aqueles que, usando e abusando dos dinheiros dos contribuintes, não têm comiseração ou compaixão pelo seu semelhante, aguardando apenas pelas alvíssaras ou altos cargos internacionais e deixando quem estiver para trás que “apague a luz”, quando, hoje em dia, pouco ou nada haverá para apagar.
Aliás, o próprio Ministério para as Relações Exteriores do Principado da Pontinha tem em curso uma campanha paralela à da P.S.P.: “não tenha medo se chegar à ilha vizinha e se for abordado por um polícia, é que os ladrões estão bem guardados/protegidos, porque o roubo está institucionalizado (com o aval do FMI)”.
E já ninguém quer cuidar verdadeiramente do “país-irmão” Portugal, e do seu melhor, então cuido eu. Quanto mais não seja porque, em proporção, sou o seu maior credor internacional.
D. Renato Barros, o Justo

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os que acreditam no pai natal que desapareçam


“Houve um tempo em que gente corajosa se juntava para lutar por uma vida melhor e combater quem os queria na miséria. E ainda há muitos que não desistiram."

Manifestos e petições de Cidadania: http://cidadaniaproactiva.blogspot.com/

- Perfil no Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100001215914134

quinta-feira, 24 de março de 2011

Não posso esquecer este português




Caros políticos,

Está mais que visto que a maioria dos vossos correligionários, em 37 anos, colocou os portugueses numa situação mais difícil e o País/Estado na bancarrota. Em 10 anos o Estado gastou a mais do que estava orçamentado cerca de 90 mil milhões de euros.
E dão a isto o nome de "crise internacional", a grande mentira do regime.

Nós, cidadãos comuns e alheios à "casta política reinante", temos direito:

1. De saber, de verificar e, sobretudo, de sentir que o dinheiro dos nossos impostos é bem aplicado por aqueles a quem é conferido um mandato para governar;

2. De exigir de um Governo que colecta o dinheiro dos contribuintes, uma gestão diligente e, em especial, não gastar a mais do que se encontra orçamentado;

3. De exigir Orçamentos de endividamento zero, reduzindo as mordomias e os lugares de nomeação política e todas as funções que, podendo ser desempenhadas por direcções-gerais sem custos acrescidos para o contribuinte, foram transferidas para os inúmeros institutos públicos ou para fundações de utilidade duvidosa, menos para os "boys" de qualquer partido desta situação miserável;

4. De exigir a abstenção de qualquer medida de "gestão danosa" que comprometa o futuro das novas gerações ou a asfixia económica e social das actuais gerações;

5. De escrever uma (nova) Constituição (desta vez Democrática e não partidocrática) que, respeitando os direitos liberdades e garantias, criminalize a má gestão do dinheiro dos contribuintes e obrigue quem assim se comportou (por acção ou omissão) a devolver o diferencial gasto a mais ou o resultado de tais danos (cfr. http://www.peticaopublica.com/?pi=ARCC);

6. De não aceitar a renúncia do Estado, enquanto pessoa colectiva que representa todos os cidadãos, às fontes de receita extra-fiscal que passam para as mãos de alguns particulares;

7. De ter uma palavra a dizer quanto à discussão e votação dos Orçamentos de Estado, pois aquilo que a todos toca por todos deve ser decidido (princípio de direito romano convenientemente esquecido entre nós);

8. De impedir que aqueles que, directa ou indirectamente, tenham contribuído para esta situação financeira insustentável do Estado, sejam inibidos de exercer quaisquer cargos públicos, nacionais ou internacionais, ou em empresas detidas ou participadas pelo Estado;

9. De promover uma cultura de cidadania e de efectiva solidariedade entre os portugueses, em especial não abandonar os nossos compatriotas mais desfavorecidos e que passam por sérias dificuldades, fruto desta "selvajaria" a que alguns chamam "neo-liberalismo".

10. De dar prioridade à F.I.B. (Felicidade Interna Bruta) e não apenas ao P.I.B. (Produto Interno Bruto), porque somos, antes de mais, pessoas e não meras unidades de consumo.

Ninguém tem o direito de agravar as condições de vida dos seus cidadãos. Quem o faz é indigno da sua própria cidadania, é indigno da sua própria nacionalidade.

Qualquer cidadão comum que coloca os interesses colectivos acima dos individuais faria uma melhor gestão (e a custo zero) que vós, políticos remunerados. E ainda sobraria dinheiro para vos pagar um rendimento mínimo...

Cordialmente
Pedro Sousa
--

Movimento Nacional de Cidadania supra-partidário
CIDADANIA PRÓ-ACTIVA

Última petição apresentada: http://www.peticaopublica.com/?pi=ARCC

- Manifestos de Cidadania: http://cidadaniaproactiva.blogspot.com/


(... onde poderá consultar todas as petições on line)

“Houve um tempo em que gente corajosa se juntava para lutar por uma vida melhor e combater quem os queria na miséria. E ainda há muitos que não desistiram."

- Perfil no Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100001215914134

quarta-feira, 23 de março de 2011

Antes Principe que madeirense enganado


Os cromos, os inertes e as nódoas
Agradeço em primeiro lugar à organização a oportunidade de participar neste evento, o que, em termos de custos de comunicação, evita que tenha de pagar roaming.
Da minha experiência pessoal, a Humanidade tem-se destacado por três categorias de pessoas: os cromos, os inertes e as nódoas.
Começando pelos inertes, que não aquecem nem arrefecem, estes apenas fazem número ou dizem sim aos seus chefes.
Estou a lembrar-me, por exemplo, do Centro de História do Atlântico, que anda a fazer contas de uma dívida de Portugal à Madeira e, curiosamente, se esquece duma dívida do Porto do Funchal (que recebeu fundos comunitários) ao Forte de São José, situado num ponto estratégico para a defesa natural da baía do Funchal e devassado por condutas de gás abusivamente instaladas.
As nódoas são aqueles que, quiçá à busca de promoções, infernizam a vida dos outros para ficarem de bem com os seus chefes, mesmo que só cheguem ao seu local de trabalho depois das onze da manhã. E depois falam da falta de produtividade dos funcionários públicos, seus subordinados.
Chegando, por fim, aos cromos, há dois tipos de cromos, tal como, em economia, a má moeda afasta a boa moeda, também há os bons e os maus cromos, que afastam os primeiros em prol do compadrio e da incompetência.
Os maus cromos são aqueles que não acrescentam valor ao meio em que estão inseridos e daí que só consigam aparecer em revistas cor-de-rosa, vulgo pasquins, ou à imprensa dos grupos económicos que os projectam a troco daquilo que ninguém sabe ao certo.
São ainda maus cromos: aqueles que abusam do seu poder para amedrontar, condicionar, sabotar ou “cortar as pernas” a todos os que poderiam trazer valor acrescentado à Região e a Portugal; ou ainda aqueles que roubam dos verdadeiros empreendedores as oportunidades de negócios que, depois, são direccionadas para as castas económicas dominantes, numa clara violação à igualdade de oportunidade entre cidadãos.
Cromos que, no meu caso, disseram que o Forte de São José não tinha interesse para o Turismo, sendo conveniente não esquecer que o primeiro ponto da globalização portuguesa e ibérica foi, precisamente, o Ilhéu de São José na Pontinha. Por mais que custe a muito boa gente, as Ilhas de Zargo do Padre Eduardo Pereira não as deixam “reescrever” a História, por mais Centros que haja por aí.
Por outro lado, quando o Turismo na Madeira se encontra em recessão, quando os cartazes turísticos (exceptuando o do vinho) mostram-se cada vez mais obsoletos e quando o equilíbrio ambiental na ilha coloca em causa esse “nicho” de mercado (o do turismo ambiental), estar de costas voltadas para o Forte de São José é dar um “tiro nos próprios pés”.
Milhares de turistas que visitam o Forte de São José e o seu miradouro privado ficam espantados quando os pontos oficiais de turismo nada mencionam a respeito do Forte, a primeira porta de entrada turística na cidade do Funchal, por via marítima.
E mais, eu não tenho culpa que o Rei de Portugal tenha vendido o domínio pleno sobre o Forte de São José, de modo a poder, como venho lutando, defender a afirmação do meu território como soberano e independente à luz do direito internacional.
E, em vez das habituais “ciumeiras” de capelinhas (nomeadamente, grupos económicos que dominam esta Ilha e secam tudo à sua volta), os madeirenses que me elegeram como cromo (a quem agradeço) e os demais deveriam pensar que, nesta fase em que o Centro Internacional de Negócios está a ser completamente desprotegido por parte do Ministro das Finanças do País-irmão Portugal, o reconhecimento da independência do Forte de São José poderia constituir uma alternativa “off-shore”, sem dependências ao Estado português, garantindo, assim, não só a manutenção de todos os postos de trabalho mas também a criação de outros.
Perguntem aos vossos políticos regionais porque ignoram esta alternativa e até podem oferecer-lhes o meu cromo como lembrança, em vez de andarem com essas “baboseiras” de abraçar um Palácio colonial, tudo conversa para desviar a vossa atenção do essencial.
Esta classe política está-se borrifando para os problemas das pessoas, apenas quer manter o seu status quo e daqueles que beneficiam dos seus favores.
Para finalizar esta conversa de cromos, nódoas e inertes, falta falar dos cromos bons, aqueles para quem seria mais fácil ficar quieto e nada fazer (como os inertes) em vez de abraçarem causas e acreditarem em prosseguir determinado projecto de vida.
Se Nossa Senhora de Fátima apareceu a 3 analfabetos e a partir daí a Igreja Católica e o Vaticano criaram uma sorvedura de dinheiro dos fiéis, porque razão Nossa Senhora da Conceição não apareceu a um professor de educação visual, como eu, no dia em que decidi tornar-me Príncipe do meu território?
Enquanto uns andam em face oculta (e outros com “testas-de-ferro”), a minha face é bem visível; e daí que seja mais fácil chamar louco a quem dá a cara do que a quem a esconde ou se acobardam na acção dos outros (ou nódoas) de que são mandantes.
Uma palavra final para voltar a agradecer aos madeirenses que votaram no meu cromo, deixando a promessa de não os desiludir, pois continuarei a ser tal como sou, uma alma livre, ainda que penhorado pelo Tribunal.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais um português ladrão


Recentemente um cobarde português dirigiu-se ao forte e queria entara como se fosse a casa da amelhinha. Claro que como alguns portugueses que só pensam em roubar o que é dos outros deixou uma mensagem anónima, que aqui vai.
Será o novo Dom sebastião? ou Pedro Alvares Pereira?
Deixe-se de merdas e vá ao governo ao tribunal á policia á casa de quem lambe as botas e reclame mas não seja anónimo.
É cobardia ir voluntariamente á casa de alguem ( que é que foi fazer á minha casa ao meu ilhéu?
Não sabe da história e quer ignorar é uma besta e reclamar do que não temos faz parte da cultura do povo portugues cuspir no prato que come.
claro que se entrasse na casa de alguem teria no minimo que ter respeito. Mas este sujeito só respeita o que lhe mete medo o seu "dono" a quem vai lamber
Fui recentemente ao "principado" e numa atitude intimidatória disseram-me logo à entrada: isto é propriedade privada", impedindo a subida, e logo a seguir: " não se esqueça de quando descer contribuir com uma moedinha". Para bem do turismo e de todos, que se decida de uma vez por todas se aquele ilhéu pode ou não ser vedado, nomeadamente com uma corrente e um cadeado como tem agora. Vi turistas que recuaram, com medo. Aquele espeço é de uso público há muito tempo e inclusivé tem um miradouro público. Tenho direito de lá estar sem ser incomodado, até porque legalmente o acesso ao espaço é livre há mais de 20 anos seguidos, logo para ser vedado tem de se pedir a um tribunal que assim o decrete. Uma vergonha!
Porque será que esse senhor anónimo em vez de ir ao Uníco ilhéu que Portugal vendeu não foi ao ilhéu que os donos da Madeira deram a um politico, ou será este anónimo cobarde como os são algum politico do governo a ver se consegue também este forte de graça como acontceu com o forte do lado, ou será o anónimo um Exº Srº Drº juiz do tribunal venal da republica. OS PORTUGUESES SÃO GOVERNADOS POR ALGUNS LADRÕES E OS QUE NÃO SÃO, SÃO CONIVENTES COM O ROUBO.
Sim é uma vergonha aquilo não é PORTUGAL e querem roubar