sábado, 26 de dezembro de 2009

A imagem do ano




http://www.estigmadaluzdoarquipelago.blogspot.com/

www.estigmaatlantico.blogspot.com

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

OPINIÃO PUBLICA RTP MADEIRA


OPINIÃO PUBLICA RTP MADEIRA

A Ex. SRª jornalista convidada para o programa da opinião publica da RTP – M no dia 10 de Dezembro surpreendeu-me pelo facto da Assembleia da republica ter aprovado um voto de solidariedade para com a activista dos direitos humanos sarauís Aminatu Haidar que pugna pelo cumprimento dos direitos humanos e das resoluções aprovadas pelas Nações Unidas.
Argumentou a Sr.ª Jornalista que dado á proximidade de Marrocos com esta região deveria haver um cuidado especial embora lamentasse a situação e ainda por cima no dia internacional dos direitos humanos.
Ou é ou não é, informa ou não informa a Sr.ª jornalista não informou nada, deu o seu parecer hipócrita de quem vive numa roubalheira e é conivente com o roubo. Tem medo como todos os portugueses que não têm nada e não importa de onde vem o dinheiro nem que seja roubado nem que seja areia roubada amarela.
Gostaria a Sr.ª Jornalista de ter o azar de ter sido roubada e o seu vizinho que vive á custa do ladrão lhe dizer, eu vi ele lhe roubar mas vais ser com o seu dinheiro roubado que ele me vai pagar os géneros que vem aqui consumir.
Que fique rica e bonita.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

POEMA DE UM VISITANTE



O nosso hidroavião
É da latinha mais fina
Foi ficar encalhado
Lá no calhau da pontinha


Verso do Sr. José Fernandes de Santa Luzia
Emigrante em França

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

POEMA PARA UM PRINCIPE




”Esqueleto Maravilha” Que maravilha é esta que me sustem erecto
E me oferece dignidade
Me equilibra o Espírito
Faz com que ande de pé sobre os pés
Desafie as leis da gravidade
Resistindo hirto à forca da atracção terrestre
Transformando-me em imensa complexidade de emoções
Em um Sêr repleto de contradições e intrigantes sentimentos
Num acumulado de ossos cálcicos de desconcertante origem
Autêntico Mistério cujo destino se oculta algures no Advir Mental...
Vejo do alto do corpo esquelético um Mundo estranho
Experimento falsas sensações fantasiosas
Sonho em ser Astronauta e voar pelas
EstrelasSinto o ar rarefeito à volta como um
Semi-DeusRodopio levado pelo vento como um balão sem rumo
Faço elaboradas piruetas imaginárias
Reviro-me do avesso vezes sem conta e mais algumas
Permito que os raios de Sol me lambam a face
Alimentando-me de sua Luz e de Esperança
Atribuindo-me a virtude da benção Cósmica consciente...

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A Lusofonia é uma arma de Paz e Solidariedade Universais

PORTUGAL: É entendimento geral que aos Poetas do Mundo cabe um importante papel na filosofia da Paz. Bom seria, parece-me, que essa missão se afastasse da apreciação de casos concretos actuais mais ou menos mediáticos, num distanciamento proporcionador de perspectiva, como fonte de pedagogia global e não como foco de incêndio de qualquer das partes em conflito.Maus tempos se aproximam. O optimismo ensina que amanhã pode ser sempre pior que hoje.A crise da globalização financeira, versão moderna que terá tido os seus primórdios nos salteadores de estrada escondidos nos pinhais doutros tempos, vai incrementar de modo significativo todos os conflitos, intra e extramuros. São presságios a desenvolver e investigar para fins cautelares.Afinal estão na moda palavras que pertenciam à reserva do léxico: proteccionismo, xenofobia, clientelismo, nepotismo, corrupção, egoísmo e etnocentrismo. Para já não falar na concepção antropocêntrica do Mundo.Políticos de todas as latitudes unem-se para salvar o umbigo próprio e o dos amigos cúmplices.Há uns meses tentei resumir essas preocupações no texto anexo: 'Neguentropia, Altermundialismo e Direitos Humanos'.Também me parece verdade que não vale tudo e que o próprio conflito gera regras para o seu exercício, abordagem a que dediquei algum tempo nos anos oitenta do século passado, sob o título: 'A Função Unificadora do Conflito' (ver em Ensaios)Votos de que a Paz Universal venha a tornar-se o cimento de toda a convivência entre pessoas, países e religiões.NEGUENTROPIA, ALTERMUNDIALISMO E DIREITOS HUMANOS.Por Joaquim Evónio*Quase tudo está dito, de forma descritiva, interpretativa ou apologética, sobre os Direitos do Homem e respectivo Estatuto mas, como diria Pessoa, só falta cumprir... a Humanidade.Há pois que entender que o Espírito da Lei e a Consciência Ética deverão ser prevalecentes sobre o seu conteúdo, sob pena de não chegarmos a parte alguma e de contribuirmos para desacreditar a própria lei.Chamo assim a atenção para a moldura geral em que me parece deverem ser reiterados e repensados os Direitos Humanos.A globalização que ora percorre a Aldeia Mundial, em si própria, só se tornará perversa se assim o quisermos ou consentirmos.Reflictamos sobre a Morada em que vivemos para passar o testemunho. O Homem é o único ser vivo com capacidade para vencer volitivamente a 3.ª Lei da Termodinâmica. Situado num ecossistema de que também faz parte, tem capacidade para o alterar e instabilizar, tanto para o bem como para o mal.A Terra pertence igualmente a todos e não reconhece favoritos.Há pois que salvaguardar o planeta, nossa morada, de todas as ameaças que vimos acumulando. O diagnóstico está feito. Que esperam os grandes poderes que nos conduzem para o abismo?GLOLOC significa a preocupação com os grandes espaços e, simultaneamente, com as mais pequenas Comunidades. O Global e o Local terão de conviver em harmonia sinérgica.Cada comunidade, por mais pequena que seja, pode constituir-se como pólo de desenvolvimento cultural, no sentido civilizacional. O desenvolvimento não é um crescimento maior, mas uma mudança de sinal, baseada em alterações ou ajustamentos estruturais. E de mentalidade também.Quando gerimos comunidades e queremos salvaguardar um futuro próspero ou feliz, temos de tomar, hoje e antes que seja tarde, as devidas medidas estruturantes.Quem tem força para fazer a Guerra, terá de usá-la prioritariamente para fomentar ou instaurar a Paz.Haveremos de continuar a viver num contexto em que os factores geográficos são os mais estáveis, dando origem a diversas correntes geopolíticas.Pena que, como já alguém disse, o Homem tenha alcançado o domínio da técnica antes de atingir a dignidade humana.Cada país terá de aprender a encarar os outros países da mesma forma que o eu deve comunicar com o outro: de igual para igual. Trata-se apenas de transpor o conceito de Alteridade para o do convívio global. A isso se chama Altermundialismo.Nas relações bi ou multilaterais, necessário se torna esclarecer e fortalecer a identidade pessoal, bem como a identidade cultural das comunidades, pois só assim é possível compreender e respeitar o outro e as outras comunidades.Claro, o economicismo e as ciências físicas ter-se-ão sobreposto às humanas. Há que inverter o processo enquanto for tempo, o que quer dizer desde já.Ainda há dias li algures que para salvar o Homem o Mundo terá de deixar de ser antropocêntrico.As Ciências Sociais, ou Humanas, têm pois um grande papel a desempenhar neste mundo tecnocrático e economicista.Aqui chamaria a atenção para dois conceitos distintos: o de Comunidade e o de Sociedade. Gemeinshaft e Gesselshaft, como lhes chamou o sociólogo alemão Ferdinand Tönnies.Na Comunidade prevalecem as relações de vizinhança, na Sociedade as relações por divisão de trabalho.O Comércio Justo terá de ser uma realidade despida de qualquer hipocrisia ou proteccionismo. Estão em causa os magnos problemas da Humanidade. Há que praticar uma enculturação saudável e desinibida.Um dia, um conhecido prémio Nobel da Literatura disse que a melhor maneira de construir uma ponte era mostrar aos habitantes das duas margens que tinham vantagem em encontrar-se. E a ponte apareceria feita.Nós, poetas e prosadores, pensadores e filósofos de mar aos pés, seres de diálogo emocionados com a comunicação, somos verdadeiros construtores de pontes… E somos tantos… E elas serão tantas que todos esses tramos representarão nervuras virtuais percorrendo os céus, românicas ou góticas, desenhando uma abóbada virtual digna dum Nimeyer cósmico, apenas visível pelos iniciados que ali colocaram com acrisolado amor o tecido fino da palavra solidária!Poderemos então dizer, com toda a propriedade, que temos capacidade para construir uma autêntica Catedral, Mesquita ou Sinagoga sobre os Oceanos, porto-de-abrigo e de encontro depois de tanto navegar…E à Lusofonia, pelo seu reconhecido sentido ecuménico, estará certamente reservado um papel relevante na harmonização do mundo louco que ajudámos a edificar sobre as ruínas da dignidade humana.Os mares e oceanos, afinal, não passam de rios com as margens sedentas de pontes.A Humanidade terá de ter um futuro pacífico pois, se não for pacífico, também não será futuro. Isto se quisermos que os vindouros, e muitos deles já cá estão, propugnem a felicidade digna em vez da excelência enganadora.A comunicação será sempre um “equivalente funcional do espaço e do tempo”, como me ensinou uma vez o sociólogo Wolf Dombrowski, da Universidade Católica de Kiel. Muito mais em situação de emergência, em que a informação se torna essencial.No mundo globalizante em que vivemos, os traços fundamentais da soberania vão-se transmutando com o tempo. Mas a identidade não. A língua acabará por ser a sua marca mais perene, correspondendo à herança cultural profunda, depois do maior ou menor esbatimento de fronteiras ou união de economias que aparentem diluir a histórica geografia política.As línguas comportam-se como organismos vivos, através dum longo processo de construção, desconstrução e releitura espacial e temporal. O seu múnus, no entanto, parece projectar-se sempre na quase intemporalidade do futuro longínquo, expandindo as marcas indeléveis da sua origem.Se o mundo que Toynbee dividiu em duas eras históricas – pré e pós-gâmica – vier um dia a reconhecer-se numa bandeira comum, a esta não poderá faltar a presença da lusofonia, enquanto cimento e sinal de paz e união.E que a “Última flor do Lácio”, de Bilac, estenda as suas pétalas, quais velas donairosas, às catedrais, mesquitas e sinagogas de todo o mundo.Assim se cumpra a vontade dos Poetas do Quinto Império, que se dão as mãos, ondas, braços do oceano e se aprestam a navegar por esses mares sem fim, por mais desafiadoras e turbulentas que sejam as águas.Ainda vale a pena sonhar e, como “o trabalho não é uma alienação”, esperemos o dia em que capital e trabalho, irmanados nas suas responsabilidades e objectivos, se sentem amigavelmente num banco de jardim, admirem as flores e escrevam o Poema do Futuro.Um mundo global clama para uma pedagogia global que, junto de cada um de nós e de todos, evidencie e propugne os valores incontornáveis do ambiente e da identidade do eu e do outro, tudo projectado para a escala maior da Humanidade.Joaquim Evónio*, POETA del MUNDO:http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_europa.asp?ID=4887

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PRÍNCIPE COLOCA CÓPIA DA CARTA RÉGIA EM LEILÃO!


Os serviços de economia e anti-fraude internacional do Principado publicam hoje no Diário Real a aprovação do príncipe de colocar 106 anos depois numa idónea agência de leilão em Portugal, a agencia Chagas na cidade mais perto do Principado, precisamente no mesmo dia 3 de outubro data que Portugal alienou o agora nosso território, com vista a satisfazer uma imposição, ou porque não usurpação do Estado português, (potência ocupante do seu território) que o submete à obrigatoriedade de pagamento do IMI de uma ilha, que já não é portuguesa e ao qual inclusive foi negado o acesso a qualquer comparticipação da União Europeia, mas que todavia o Estado português perante a mesma Comunidade Internacional cúmplice desta gatunice, até um dia, diz não ter vendido e ter recebido enormes verbas do Banco Europeu de Investimentos, dinheiro que afinal nos pertence pois foi recebido pela nossa real existência. O Nosso Príncipe identifica-se como o príncipe mais pobre do mundo, mas que governa o nosso Pais como o mais rico do mundo pois a maior riqueza é não dever nada a nenhum outro país. Ainda por cima está a ser explorado porque quem lhe vendeu o território. Curiosamente o único território desmembrado de Portugal (sem sangue) pois foi vendido, portanto pago a dinheiro que os portugueses já gastaram certamente pelo que querem continuar a comer da mesa que já não é sua. Assim e á luz do Direito Internacional Publico, o Principado coloca a 1ª cópia oficial e autenticada com o selo branco do Principado e chancela do documento real, portanto de alto valor histórico em leilão público.
Quem o adquirir contribuirá para possibilitar o pagamento do dito imposto extorquido pelo agente ladrão e poderá patentear a falta de idoneidade deste estado que vendeu e não cumpre.
Quem dá e tira… cresce-lhe uma tira! No caso ate vendeu, não deu! Expressão portuguesa que se dizia às crianças enganadas e com possibilidade de serem vitimas de qualquer BIBI sem escrúpulos.
Em Portugal parece que existe mais que um BIBI. Mas a cruz do principado é a cruz de Cristo e é símbolo de bandeira. Quem vendeu foi o Rei esse sim era Carlos! Ou será que querem fazer 1,2,3.... Para venderem outra vez?
O rei está morto e a República que o matou não quer honrar a assinatura do Rei, mas assinou e emitiu a carta regia antes de ser assassinado e portanto no pleno exercício dos poderes de Estado.
O Estado presume-se ser uma pessoa de bem ou será apenas referência de bem para comemorar os 500 ou mais anos.Sejam sérios e entreguem a Deus o que é de Deus e ao nosso Príncipe o que é do Príncipe.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Como São enganados os politicos




Circular 86/2009

Andam por ai uns tantos pretensos a políticos auto-proclamados a falar de coisas quem nem sabem,
Falam do MAR (oceano) e talvez nem sabem nadar!
Falam de longínquos mares, do Brasil, de Cabo Verde, da Indonésia, como se o MAR fosse só um e pertencesse a um!
Cada MAR é um MAR e tem um DONO.
O MAR do Ilhéu da Pontinha, onde esta implantado o Forte de S. José é exclusivo bem e propriedade do PRINCIPADO DA PONTINHA, estado que tem quem por ele levante a VOZ e faça VERBO.
Vão esses políticos impreparados para suas casas, encham sua banheiras ou mesmo os seus bidés, imaginem que se trata do seu oceano, fiquem para lá a olhar a ver se percebem onde estão a meter agua e se permanecerem as duvidas tenham coragem e retirem o tampão para que saia a agua e tentem concluir se a saída para o esgoto é no sentido da rotação da terra ou não.
Devia ser obrigatório para ser político, frequentar um curso universitário para que no exercício pudessem ser responsabilizados das idiotices que emanam.
O MAR do Ilhéu da Pontinha, pertence ao Principado nos termos implícitos e consagrados no DIP.
200 milhas sem uma a menos.
Ilustre Senhor Presidente, não seja conivente com estas barbaridades.
Esclareça estes politiqueiros quantos oceanos existem e a que países pertencem proporcionalmente.
Em matemática que suporta a sua área de formação académica 2 + 2 são 4.
A não ser que venha um detrás e assim já são 5.
Quantos oceanos existem no mundo?
Presidentes só podem existir um em cada ciclo eleitoral.
Claro que no caso português, anormalmente, como quase todas as coisas em Portugal, temos na realidade 3 Presidentes de governo.
Ora diga qual manda mais neste pais tão pequeno?!
Sr Presidente, esclareça os políticos deste país que Portugal em 1903 alienou o ilhéu, perdendo deste esse momento toda a POSSE EDOMINIO, conforme carta regia do seu antecessor.
Os antigos detentores do ilhéu que alguns políticos chamam de ingleses ladrões nunca precisaram desta criatividade diga-se bárbara, pois nunca foram ameaçados de morte nem ridicularizados pelos governantes portugueses, antes pelo contrário eram respeitados,

O Ilhéu da Pontinha Não é Português !.


Forte de São José, dia 11 Setembro do Ano da Graça de
Anno a Christo Natto, MMIX
http://www.fortesaojose.com/ - http://principado-da-pontinha.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Eleições só em Portugal,

PRINCIPADO DO ILHEU DA PONTINHA
  
Circular nº 852009

Conforme comunicação dos nosso gabinete de inteligência, foi-nos dado conhecer a de que um partido (O ... vai, às 11:30 horas, até junto do forte de São José (Pontinha) para falar sobre a Zona Económica Exclusiva da Madeira) português com cadeira na assembleia de deputados da republica portuguesa que administra a sua região da Madeira, tornou publico naquele pais, ser sua intenção “invadir” o nosso território para desde aqui emanar promessas de cariz político integradas na campanha eleitoral que em Portugal decorre.
Não conseguimos apurar, pelo que ignoramos, se esta " abelhuda" atitude, porque não solicitada e autorizada previamente, como se impunha pelo n/ governo, tem por objectivo poder, desde um território estrangeiro, livre, emitir opiniões que a democracia de Portugal, lá não permite, como o fazia desde Argel a Radio Portugal livre ao tempo do convencionado fascismo ou se se trata de uma provocação a este território, que pela sua parte, apesar de estar a ser vitima de ocupação, exploração ignóbil, que só a força da potência ocupante – Portugal - aliada à cega conveniente e injusta posição de quem de direito que por dever de idoneidade deveria fazer respeitar a legalidade, - estados, organismos e entidades de bem , deseja, este estado do Principado da Pontinha desenvolver uma relação de coexistência pacifica com todos os países do mundo, na observação da liberdade, da justiça, do respeito e fraternidade ,
Nestes termos e por não estarem, clara e inequivocamente evidentes os preceitos da visita a este território, estado independente, não ter sido solicitada e autorizada previamente a vossa entrada e estadia, ordena-se que ordeiramente saiam para fora das nossas fronteiras e se o vosso objectivo era promover política portuguesa, façam-no no vosso território.
 Se o que pretendem é inteirar-se, tomar conhecimento do conflito existente entre este Estado e o Vosso para possibilitar uma analise conclusiva mais correcta, pois está este Principado disponível para os elucidar documentalmente dos seus consagrados direitos , em papel inequivocamente coberto pelo DIP, desde que a postura seja de intrínseco respeito pela legalidade, e das atrocidades, atropelos e desrespeito que vimos sendo vitimas por parte dos governantes do estado a que se está o vosso partido candidatando-se, esperamos para não continuar com atitudes de pessoas de má fé, com o até agora têm os outros " procuradores " do bem publico que é o estado feito em desrespeito pelo povo que lhes dá essa procuração em branco.
Forte São José, 10 Setembro 2009
ww.fortesaojose.com

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Comemorações da alienação do Ilhéu

(imagem do Ilhéu visto de helicoptero em 1846) foto capturada pelo Max um grade embaixador da Madeira

Fonte secreta do Principado teve conhecimento que no próximo dia 4 de corrente iniciar-se ão as festividades do aniversário da venda deste ilheu por parte do Rei de Portugal.


Que Deus lhes guarde

Comemorações na cidade Vizinha



Ex. Sr. Presidente da Republica Portuguesa

Assunto: ocupação selvagem da ilha que venderam

C/C Governo português
Circular 11/09

Na qualidade de legítimo detentor da carta regia por alienação do ilhéu da pontinha em 1903 documento consagrado no Direito Internacional Publico e no exercício soberano do Ilhéu da Pontinha cumpre-me levar ao conhecimento de V.ª Ex. que dado ser dia festivo na ilha portuguesa denominada Madeira estará interdita a habitualmente livre passagem terrestre de cidadãos em geral no acesso ao Principado por encerramento de fronteiras uma vez que sendo dia festivo naquela, prevê-se acentuado fluxo de pessoas que á semelhança de anos anteriores manifestam falta de civismo conspurcando o nosso território com lixo variado.
Assim e com vista a evitar-se eventuais situações menos simpáticas, sugerimos mande difundir esta nossa determinação, junto da sua população efectiva e flutuante e sugerimos que no limiar das linhas de fronteiras destaquem elementos policiais nesse sentido coordenado as tentativas de acesso do vosso lado.
Pela nossa parte, providenciaremos, no nosso lado das fronteiras, que sistematicamente pela Vossa parte teima, numa declarada atitude indigna e antidemocrática em desrespeitar, nos termos do Direito Internacional Publico, pelo que tomaremos as medidas adequadas e entendidas por conveniente.
Pela 4ª vez consecutiva estamos enviando copia da Carta Regia de alienação sem embargo algum por parte do Estado que V.ª Ex. agora vem representando, e que esperamos os seus vindouros respeitem as suas decisões de raiz, estrutural e que envolvem o bom nome de Portugal, não se atrevam a por em causa como estão fazendo , com a sua conivência, uma vez que não desconhece o assunto, com a decisão do então seu homologo no exercício, El Rei D. Carlos de Portugal, porque se assim for a republica das bananas não é somente na Madeira mas no todo nacional.
Com o mais elevado respeito, que espero de V.ª Ex. venha de mim merecer, quando na qualidade de autoridade portuguesa de topo, obrigar o seu estado ao respeito pela propriedade privada e direito de liberdade própria, vontade que expressamos pelo patenteamento dos termos indiscutíveis da carta regia que detemos e que deve ser respeitada sem reservas se estamos em estado de direito e somos pessoas de bem assim como a Comunidade europeia onde o Vosso estado está incluído.
Junto anexamos carta regia e limites da nossa ilha.
Forte de São José, dia 20 Agosto do Ano da Graça de
Anno a Christo Natto, MMIX
www.fortesaojose.com

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Aviões nem ve-los


Principality of Ilhéu Pontinha
DEPARTMENT OF TRANSPORTATION
Principality Aviation Administration
Air Traffic Organization Policy
ADVISORY CIRCULAR 8/09
Special use airspace (SUA) Area PIP-1419
Each national authority designates areas of special use airspace (SUA), primarily for reasons of national security.
Therefore, notice is hereby given to all concerned that the Airspace area PIP-1419, having its epicenter at 32º38´28.60´´N and 16º55´03.78W with a diameter of 200 meters in the Principality of Ilheu da Pontinha is decreed by D. Renato I as Special Use Airspace (SUA) and henceforth Prohibited Airspace to all Air Navigation until further notice. This prohibition is effective from the date stamped on this document at the end of this page.
The Principality is not signatory of IATA or any other International organizations including NATO and as such, using its own discretionary powers, makes this airspace prohibited to all air navigation from the 1.5 feet MSL until 60,000 Feet. The prohibited airspace forms a cylinder with a 200 meter diameter at the base and top and encompasses all airspace until 60,000 feet above MSL.
Violating prohibited airspace established by the Principality for national security purposes may result in military interception and/or the possibility of an attack upon the violating aircraft.
Aircraft violating or about to violate the Principality`s prohibited airspace will be warned beforehand on 121.5 MHz;
Airspace Monitoring and detection is accomplished with a Mobile radar surveillance unit linked via Very small aperture Terminal (VSAT) to a Principality friendly country located in eastern Europe. A full C4I intelligence Unit is on standby for selection and management of the countermeasures to be employed if warranted.
Please Govern yourselves accordingly
Principado do Ilhéu da Pontinha
18 de Agosto de 2009
Www.fortesaojose.com

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Restaurante Panorâmico: Forte São José


Aproveitando o miradouro e sem destruir o Forte, aqui está o projecto, já aprovado, para a construção de um restaurante panorâmico rotativo.
Demora o total de 1h30 a dar uma volta completa.

sábado, 8 de agosto de 2009

No panic grande Guerreiro

Dentro de pouco tempo irás ter noticias internacionais

terça-feira, 4 de agosto de 2009

só para mais tarde recordar


... O Sr D. Renato tem o meu respeito, compreendo a sua atitude. Creio que se Portugal e a Madeira o fizessem felizes a ele e à sua Família ele nunca teria tido a ideia do Principado. Mas é de ideias como esta que surgem os micro-estados, como foi o caso ...

sábado, 1 de agosto de 2009

O QUE ELES DIZEM

Salvo melhor opinião em contrário, quando qualquer pessoa compra um terreno em Portugal ou em qualquer país do mundo e seja vendido pelo Estado ou por qualquer entidade ou pessoa fisica, O QUE ESTÁ A SER VENDIDO É O TERRENO NÃO A INDEPENDENCIA DO TERRITÓRIO.
Existem centelhas de ilhas de propriedade particular nos países do Oceania, das Caraibas, no Brasil e em muitos outros paíse do Mundo e, como exemplo, as ilhas desertas já foram propriedade privada.
Esse senhor PRINCIPE !!! será filho bastardo de algum candidato ao trono de Portugal? Acredito que não e como nós deve ter pai e mãe e como comprou um terreno e não um País, acho que já será tempo de acabar com a Palhaçada de Principe Reinante do Principado do Ilheu da Pontinha.
Bem haja
Delmar Rosado

_________________
Do P.Club.:
Amigo Delmar,
Já foi aqui por diversas veses mostrado o Documento Real, da venda.
Portugal Vendeu não um terreno, Mas uma parte de seu território, com os direitos de cidadania e independencia.
Portugal vendeu os direitos sobre a "Soberania" daquela pedra ou rochedo. Os Ingleses , ocuparam militarmente e roubaram o Rochedo de gibraltar á Espanha. No caso de portugal, o rochedo foi vendido em Hasta publica.
Comprou quem ofereceu mais. Agradeço a Sua Altesa o Principe Real Dom Renato Barros l, que nos envie de novo o
documento para aqui pela 10ª vez ser publicado. Se fosse russo, inglês, espanhol, ninguém reclamava... mas com é Zé!!!... Todos ficaram felizes, quando demos de graça aos russos, toda a áfrica..... Casimiro

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Principado do Ilhéu da Pontinha
Quando não sabemos o nome ou apelido de quem escreve, costumamos dizer que é um escrito anónimo de alguém que, por qualquer razão, não se quer dar a conhecer, para não ter de arrostar com as consequências daquilo que escreve - diria eu - ou por ser muito tímido e não gostar que os outros saibam que se atreve a dizer coisas com ou sem nexo, não está em causa, ou que podem fazê-lo corar pela vergonha de ter exercido um direito inalienável que jamais alguém poderá retirar-lhe.
Posto isto, julgo que comentar o escrito TESOURO DOS ERROS é estar a dar atenção ao que o tal direito inalienável de dizer o que lhe vai na alma lhe proporcionou escrever. Fala da Madeira como um Madeirense... mas daqueles que estão contra o mundo porque o mundo o não reconhece! É que me parece que está apenas e tão só desgostoso porque a cidade do Funchal comemorou 500 anos de fundação... e o Principado do Ilhéu da Pontinha tarda a ser reconhecido pela Sociedade das Nações como uma nação livre e independente. E o mal estar parece definido pelo ataque feito aos historiadores portugueses que se tenham esquecido de alguns pormenores - talvez de forma deliberada - quando ao início da cidade do Funchal, que antes de ser cidade foi um porto e esse porto pode ter existido em qualquer parte da orla da cidade a que foi dado o nome de Funchal.
Ainda bem que há pessoas que se não esquecem de chamar os bois pelo nome, como o nosso anónimo amigo faz, e levanta bem alto o estandarte da verdade acima de tudo: - O povoado construído na Baía do Funchal apenas o foi porque existia ali um porto. E estamos conversados, dirá o autor do escrito. Só que eu ponho aos leitores, que fazem o favor de me ler, a questão de outra maneira:
Quando Gonçalves Zarco demandou terras da Madeira... não encontrou nenhum guia nem Polícia de giro que lhe indicasse onde fundear o seu barco, para poder dar um passeio pela Pérola do Atlântico e deliciar-se com as suas paisaigens. Como bom piloto, o João Zarco resolveu encostar a caravela no local que lhe dava mais garantias. Aí se situou o primeiro Porto do Funchal, sendo lógico que toda a zona habitacional então construída o fosse a partir daquele ponto. Se as marés, caprichosas como são, levaram a que outro porto se construísse para bem da cidade... é caso para alarido, aqui del-Rei que estão a esconder o antigo porto? Por amor da Santa! Isso apenas pode ser conversa para boi dormir!
Homem, seja lá quem seja que escreveu aquilo que agora comento: DEIXE AS OSSADAS DO DR. MARCELO CAETANO EM PAZ E REDUZA O VOLUME DESSE EPÍPETO DE FASCISTA, PORQUE TAMBÉM NÃO GOSTARIA QUE OUTROS O APELIDASSEM A SI! ESTOU CERTO OU ESTOU ERRADO?
Fascista não é aplicável a Portugal, porque o fascismo apenas existiu na Itália, como em Espanha foi o Franquismo, em França o De Gaulismo... em Portugal era o Salazarismo ou o Corporativismo. Tudo o resto apenas fica bem a gente pró-vermelho, dessas de foice e martelo ou coisa que o valha!
Já agora: O Forte de São José, também conhecido como Forte do Ilhéu, Forte da Pontinha ou Bateria da Pontinha, localiza-se na cidade e Concelho do Funchal, na ilha da Madeira, Região Autónoma da Madeira. O forte ergue-se numa extremidade do porto, sobre a formação rochosa conhecida como ilhéu de São José. É acedido por escadas a partir do molhe, pela estrada da Pontinha. A edificação era pouco valorizada enquanto património histórico, arquitetónico e cultural da Madeira e de Portugal, até recentemente, quando foi adquirido por um particular que vem buscando revitalizá-lo, sustentando ser este o local da primeira fortificação madeirense, à época do seu descobrimento. (Wilkipédia)
Qualquer vontade em atirar poeira para os olhos dos outros, dilui-se numa simples busca na Net. E não me venha dizer que isso é má vontade contra o Chefe do Estado do Soberano e Independente Principado da Pontinha, porque isso será, no mínimo sinal de mau perder!
É engraçado: Na Feira da Ladra comprei uma escritura de um palacete que foi do Conde de Castelo Melhor. O palacete já foi demolido há mais de 60 anos e hoje está no local um prédio de uma Companhia de Seguros. Será que, com a escritura na mão, poderei alegar que sou o herdeiro do Conde, tendo direito ao espaço onde está sediada essa Companhia? É que o palacete foi demolido por causa de um incêndio e não apareceram herdeiros a reivindicar o espaço, tendo a Câmara alienado esse património a seu favor, com dispensa à Seguradora.
Para que conste!

Mas este Senhor é louco


Mas este Senhor é louco . qual condado , qual quê ? Isto é um penedo , pura e dura a verdade . Ponho a questão de outra maneira , de alguma forma aqueles que têm algum coisa de seu bem , seja um terreno , uma casa , seja o que seja , pedir ao mundo que quêr que esse património seja um condado, uma loucura mesmo, seja de quem seja venha de onde vier
Um Abraço Luis Simões

do P.Club>:

Amigo Luis Afonso
existe ai algures, não sei bem a onde um "principado" em alto mar, em cima de uma velha plantaforma de exploração de petróleo.
Um cara comprou, e estabelecu um 'principado" ... é dele e é reconhecido pelo mundo...
Caro Afonso, "eu sou contra estas coisas... ainda mais em território portugues...
... Mas isto é só para ver até onde nossas actuais autoridades tem inteligencia...
Não deram nada por "Um Milhâo" e estão se esganição por um Tostão.
Um Milhão "( Muitos Milhôes") que tinhamos e eramos antes do 25 de abril....
e os tostões que o 25 de abril nos deixou....
... O Penedo da pontinha, não vale um tostão ?
... então deixem o "Zé" á vontade lá com o "calhau" dele... é dele... comprou... pagou...
Antes seja do "Zé" do que do "Fritz" do "Mister" dos soviéticos...
Casimiro Rodrigues

CONIVENTE


CONIVENTE É TODO AQUELE QUE CONHECE A VERDADE E NÃO DENUNCIA A MENTIRA!!!...

Principado da Pontinha-Forte de São José- Porque não?

Principado da Pontinha-Forte de São José- Porque não?
Li aqui algumas missivas em tom jocoso e até insultuoso relativamente à atitude e pretensão de um Português de nome Renado que se auto intitula D.Renato, chefe de Estado do Principado da Pontinha. Com sinceridade, a atitude do Sr Professor Renato Barros, aparentemente extravagante, é na verdade um acto de coragem e de protesto, um acto de alguém que se quer demarcar do rumo político de um país, Portugal, que para muitos de nós segue transviado. Quantos de nós já pensaram em comprar um terreno, uma aldeia, um castelo ou um palácio, ir viver para lá com os amigos e familiares e fechar as portas ao resto do país? Quantos de nós quizeram já ficar ao abrigo das imbecilidades de uma classe política que nos governa mas não nos representa? O Sr D. Renato tem o meu respeito, compreendo a sua atitude. Creio que se Portugal e a Madeira o fizessem felizes a ele e à sua Família ele nunca teria tido a ideia do Principado. Mas é de ideias como esta que surgem os micro-estados, como foi o caso da plataforma petrolífera que um inglês declarou um país independente. Como surgiu o Principado do Mónaco, Liechtenstein, República de S. Marino e ilhas insignificantes que são nações independentes? Principado da Pontinha? Porque não?

Principado da Pontinha-Forte de São José- Porque não?

Principado da Pontinha-Forte de São José- Porque não?
Li aqui algumas missivas em tom jocoso e até insultuoso relativamente à atitude e pretensão de um Português de nome Renado que se auto intitula D.Renato, chefe de Estado do Principado da Pontinha. Com sinceridade, a atitude do Sr Professor Renato Barros, aparentemente extravagante, é na verdade um acto de coragem e de protesto, um acto de alguém que se quer demarcar do rumo político de um país, Portugal, que para muitos de nós segue transviado. Quantos de nós já pensaram em comprar um terreno, uma aldeia, um castelo ou um palácio, ir viver para lá com os amigos e familiares e fechar as portas ao resto do país? Quantos de nós quizeram já ficar ao abrigo das imbecilidades de uma classe política que nos governa mas não nos representa? O Sr D. Renato tem o meu respeito, compreendo a sua atitude. Creio que se Portugal e a Madeira o fizessem felizes a ele e à sua Família ele nunca teria tido a ideia do Principado. Mas é de ideias como esta que surgem os micro-estados, como foi o caso da plataforma petrolífera que um inglês declarou um país independente. Como surgiu o Principado do Mónaco, Liechtenstein, República de S. Marino e ilhas insignificantes que são nações independentes? Principado da Pontinha? Porque não?

sexta-feira, 31 de julho de 2009

NEM ATRAVÉS DO DIALOGO, PENSO QUE ESTÃO Á ESPERA QUE FAÇA O MESMO QUE EM ...

... ESPANHA


Majestad Rey de España

Asunto: Gibraltar y Fuerte de San José

Teniendo conocimiento que el gobierno español reunió en Gibraltar, discutiendo los acuerdos que la noble nación española cedió através del tratado de Ultrecht al Reino Unido en 1713, vengo, por este medio, y en el mismo ámbito del Derecho Internacional Publico, invitar V. Ex. A visitar el Isleño de la Pontinha que el Rey de Portugal alieno en venda regia alienando toda la pose del dominio de esta Isla el Fuerte de San José, a fin de explicar públicamente a todos los órganos de la comunicación social la diferencia y vivencia en buena vecindad entre Madeira y el Fuerte de San José una vez que no tiene sido entendido, llevando a la perseguido por los grupos políticos y entidades estatales.
Ruego a Su Majestad que intervenga y sea mediador.
SABEM DE QUEM É A FRASE: " A ALTERNATIVA AO DIALOGO É A GUERRA

E ele recebeu O REI

Excelencia Sr. Embajador de España
Don. Alberto Navarro

Sustentado en el Derecho Internacional Público vengo de este modo, como legitimo representante del pueblo del Principado del Isleño de la Pontinha, Don. Renato I informar a Vuestra Excelencia de la siguiente:
Es del conocimiento internacional que el Isleño de la Pontinha fue vendo por el Rey de Portugal porque no tenía dinero para hacer el puerto de la ciudad al lado de este, quedando así desde esa época respectivo isleño con la prorrogativa de en el (territorio) hacer lo que bien entienda. Entretanto el Isleño de la Pontinha fue poseído y dominio de las familias inglesas nunca el Estado Portugués coloco en causa la soberanía de este isleño habiendo antes por lo contrario una buena relación de buena vecindad.
En el año de 2000 adquirimos la pose y el dominio por derecho propio y reconocido internacionalmente, entretanto hay un fenómeno extraño, o sea, comenzamos a ser amenazados por las autoridades portuguesas, repito por las autoridades portuguesas, inclusivamente con amenaza de muerte, lo que nunca había sucedido con los antiguos detentores del Isleño.
Nuestra respuesta a las amenazas y tentativas de ocupación salvaje fue exprimir nuestra VOLUNTAD, conforme lo que esta también previsto en el Derecho Internacional Publico.
En un gesto natural y pacifico, hicimos entender de forma clara y objetiva al Gobierno Portugués, nuestra voluntad o de dejar de tener la supuesta protección que a final no era. Antes por lo contrario…
El modo utilizado para demostrar nuestra voluntad fue el dialogo. Dialogo ese que a final y al contrario de la que se dijo en voz alta el Ministro de los Negocios Extranjeros Portugués: “La alternativa al dialogo es la guerra” nunca existió tal pertinaz ocupación.
No haría la España lo mismo al gobierno Portugués, caso viniera ahora decir que la carta regia que cedió a las Islas Canarias a España, no tenia valor y por lo tanto las Islas Canarias son portuguesas?
¿Los documentos que firmados por el Rey de su nación, no tiene real valor?. Entonces como es posible que la carta regia que detenemos firmada por un Rey de poderes iguales a los suyos estén a ser desrespetados… ¿La Palabra y la firma de un Rey no tiene ya valor?
¿Rey es Rey o no es?
¿Un Rey actual no tiene por obligación moral hacer valer la determinación de otro igual Rey de 1903?
Si es necesario divulgar nuestra fuerza (armamento) infórmenos por favor.
Lamentamos estar a ser engañado relativamente a una de las Islas de Portugal compro en 1971, (Las Salvajes) cuando nuestro Isleño, fue vendido por el Rey de Portugal, perdiendo aso toda pose y dominio en 1903, habiendo el Rey trocado honrarías con sus familiares Reyes de España.
Compare Vuestra Excelencia de que el Rey Don Carlos de Portugal y respóndanos si sabe, como es que esta Carta Regia no tiene el pleno valor en ella implícito y apenas sirve para hacer reír aquellos que todavía creen en la palabra de un Rey.
Mejor que nadie conoce Vuestra Excelencia la efectiva experiencia, que adviene de la condición de “exilado”.
¿Los portugueses consideran la firma e la palabra de un Rey una payasada?
¿O soy yo el payaso?
¡Por querer que sean honradas la determinación de un Rey que fue de verdad!
Como Rey que es, tiene que presionar al Gobierno Portugués para respetar la determinación del Rey de aquel entonces.
No tiene retorno la decisión de un Rey
Lo decidido, esta decidido
O que España tome para si el territorio de Portugal, que fue robado a la fuerza.


Forte de São José, dia 10 do Ano da Graça de 2009
Anno a Christo Natto, MMVIII
www.fortesaojose.com

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Passeio de gaivota no Principado




Muito obrigado ao Professor Filipe e podem voar pelo site dele também, vejam o filme! Muito curioso!

sábado, 18 de julho de 2009

BANDALHEIRA DA UNIÃO EUROPEIA

O PRINCIPE TEM TODA A LEGITIMIDADE DO MUNDO PARA NÃO TER ESTES BANDALHOS E OUTROS COMO COLEGAS.
1.º ministro Checo enervou-se!!!!

Ainda falam dos cornos do outro hehehee


O primeiro-ministro checo enerva-se e dá uma estalada ao ministro dasaúde, por motivo dos maus resultados obtidos.E são eles que presidem à União Europeia?

Isto sim é que seria animado, agora fazer só uns corninhos...

domingo, 5 de julho de 2009

Princípe também convida Ex - Ministro


O príncipe da Pontinha sabendo da saída do excelente técnico antigo ministro da economia, por apenas ter feito o gesto de chifres a deputado da assembleia da república. Sabendo que já outro empresário madeirense lhe ofereceu trabalho o príncipe publicamente oferece o dobro do vencimento ao antigo ministro.
Tem desde já autorização se aceitar o cargo de fazer chifres a quem tentar ocupar o território para o qual é convidado para a exercer as mesmas funções que tinha em Portugal
Se alguém poder encaminhar o correio electrónico, o príncipe dá uma gratificação ou a quem enviar o contacto do Ex-ministro.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Vale 150 Cristianos


Os mais valiosos da Madeira
Há mais de um mês um grupo de Àrabes visitou o Forte São José.
Ficaram entusiasmados com a sua história, contada desde a descoberta da visita da ilha da Madeira.
Visitando as entranhas do rochedo, Forte São José onde foi servido um porto dourado, em tigelas cerâmicas, entusiasmados com o calor do néctar e as garrafas geladas de Alvarinho de Monção, mostraram-se interessados na aquisição onerosa do rochedo e da Carta Regia depositada em Londres, sob os auspícios do Direito Internacional Publico.
Trocaram-se galhardetes e endereços, para fortalecer uma nova e sincera amizade.
Há bem poucos dias, o mesmo grupo de árabes, após intensificar a vontade na aquisição, obrigaram a que se lhe fixasse um preço.
O preço atribuído foi de 150.000.000.00, sendo que a oferta, no momento se aproximou bastante. Neste momento há negociações, sendo que o preço é fixo.
É caso para dizer que o Forte São José vale 150 Cristianos Ronaldo, isso é a nova moeda da Ilha da Madeira, começa a ser utilizada como moeda de troca mercantil. Só que o forte São José não pertence a Portugal nem muito menos á Madeira, que a seu tempo disse que nada queria saber o respectivo ilhéu

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Preciosas Ridículas



TEXTO ENGRAÇADINHO NO PORTUGAL CLUB COM A FOTO DO FORTE
Preciosas Ridículas”
“Who? What? Where? When? Why?... How much?”



Versou sobre as Sete Maravilhas Portuguesas escolhidas entre as vinte e oito propostas de Maravilhas Portuguesas, um dos temas da nossa erudita conversa de hoje.

Sim, porque não nos limitamos a dissertar sobre a alta de preços, as doenças, as amigas, a família, as infracções diárias apontadas na comunicação ou por nós vividas, a crise, também exploramos outras temáticas, mais consentâneas com a nossa formação cultural, colhida fresquinha nos jornais Global ou Destack distribuído por jovens ou apanhado nos escaparates do Pingo Doce ou da CGD, que assim compensa as avarias frequentes das suas caixas automáticas, difundindo cultura. Não quero, com isto, minimizar as outras fontes de colheita informativa, sobretudo da minha amiga que já as traz de casa, fresquinhas, mais aliviada do que eu nos preparos domésticos matinais.

E assim, ela frequentemente se indigna. Ora com os rabos de cavalo das moças que vendem pão, a varrer o pão das prateleiras porque a touca não os cobre, e a ASAE não os detecta por muito que balancem fora da touca ou mesmo sem touca, ora com as avarias das tais caixas automáticas, ora com a falta de civismo das pessoas, sobretudo nas bichas das caixas registadoras, tudo é motivo de protesto para a minha amiga. Vê-se, pelo seu jeito irónico, que lhe não falta veia dramática.

Mas também se dá bem com gente feliz sem lágrimas, nos cafés onde vai com outras amigas, a vida não corre mal para todos, mesmo agora, graças a Deus, pois contam graças e estão de bem com o que está , o status, e creio que também com Deus.

Por isso atacou em cheio a respeito do tal programa das maravilhas portuguesas que se provaram ser sete, depois de bem aferidos os pormenores valorativos. Julguei-me até, tanta foi a violência da pergunta, em tempos recuados de docência, ensinando a composição da notícia jornalística aos meus discípulos – o primeiro parágrafo, contendo a síntese do acontecimento, com a inclusão de dados respondendo às interrogações do lead: “Quem?”, “O Quê?”, “Onde?” “Quando?”, “Porquê?” – cinco WW em inglês, o português falhando na homogeneidade das siglas - o corpo da notícia, com os parágrafos sequintes, naturalmente mais desenvolvido em pormenor objectivo.

Tratou-se, pois, do programa da RTP (“Who?”) acerca das Sete Maravilhas Portuguesas no Mundo (“What?” ), obtidas em zonas do Mundo (“Where?”), tais como Índia, Brasil, Marrocos, Cabo Verde, Macau, onde os Portugueses deixaram registo de presença. Para o “When?” teríamos que referir o tempo gasto nas filmagens dos locais e dos encarregados da transmissão, além do espectáculo final no dia 10 de Junho de 2009.

Posso acrescentar o “Which”, enriquecendo desta forma o meu post, com referência aos tais monumentos, mas, utilizando já o corpo da notícia: Basílica do Bom Jesus em Goa, Fortaleza de Diu, Fortaleza de Mazagão em Marrocos, Cidade Velha de Santiago em Cabo Verde, Igreja de S. Paulo em Macau, Convento de S. Francisco de Assis da Penitência em Ouro Preto, Convento de S. Francisco da Ordem Terceira em S. Salvador da Baía.

Mas a nossa referência traduziu-se na pergunta violenta da minha amiga, como se eu fosse responsável pelos gastos, pergunta circunscrita a um “how much?” que faria parte também do desenvolvimento da notícia: - “Olhe lá, quanto acha que deve ter custado um programa destes?” Objectei mansamente que não nos dizia respeito. “ - Claro que diz. Ou julga que a RTP não é entidade estatal?”

Fico sempre entalada quando a minha ignorância é posta em cheque. Objectei patrioticamente que o programa tendia a assinalar a nossa vasta epopeia e, como li na Internet, a “preservar um legado que é de toda a humanidade”, criando uma “mestiçagem cultural” extremamente enriquecedora. Mas sobretudo que nos daria projecção, com massagem ao nosso ego, por consequência, junto daqueles que podiam estar esquecidos da nossa gesta marítima pioneira, e eram muitos. Além de que poderia contribuir para o desenvolvimento turístico, ao menos nesses sítios, afirmação minha de generoso altruísmo.

Não se perturbou com as farroncas patrióticas: –“Não estamos em época de patrioteirismos (muito desagradável aminha amiga, quando está com os azeites), estamos em época de continência ou de abstinência”, não me lembro bem qual o termo que usou.

Para a amansar, eu referi o comportamento mais ou menos comedido e até bem informado dos apresentadores dos monumentos, mas, com efeito, achei menos rigoroso o de Catarina Furtado que, por ser bonita, não tem que demonstrar tantos arrebiques de meiguice e simpatia, num evento de seriedade. Lembrei mesmo as “boquinhas espremidinhas” do nosso Garrett tão visíveis em algumas apresentadoras, até bastante competentes, que não precisariam de tanto esmero nos contorcionismos e risos dengosos.

Para exibir a minha idoneidade cultural e desfazer as convicções da minha amiga sobre a minha ignorância, referi até um programa fabuloso que vi na RAI, sobre o Andrea Bocelli com uma orquestra imponente, em que a apresentadora, jovem bonita, não fazia tanta exibição de fatos nem de gestos, limitando-se a ser simpática e competente.

Nós, Portugueses, como as “Preciosas Ridículas” do Molière, exageramos nos requebros e na sofisticação – aquelas também na linguagem - revelando sempre o provincianismo decididamente pegado à nossa pele.

Mas só a RTP poderá responder à pergunta indignada da minha amiga sobre o custo do vasto programa das sete maravilhas portuguesas: “How much?”

E quanto teremos nós que pagar por ele? Berta Brás - Lisboa

domingo, 14 de junho de 2009

Príncipe põe deputado no olho da rua do Principado


Príncipe põe deputado no olho da rua do Principado

No passado dia 13 de Junho de 2009 a ilha vizinha ao Principado numa nova atitude provocatória fez se explodir por dinamite colorida para alegrar a tristeza do seu povo. Obvio que esta provocação alegórica é vista do nosso estado e consequentemente algum povo português vêm até aqui ver o modo como se pode queimar dinheiro em abundância.
Não convidamos ninguém e colocamos apenas um cidadão nosso a exigir um euro ou um dólar a quem quisesse ver como se enganam os pobres de espírito e como alguns ficam ricos com tal esplendor.
Decorria tudo normalmente quando inesperadamente um conhecido deputado á Assembleia da República Portuguesa se recusou a pagar um euro para entrar em território estrangeiro e de modo arrogante disse para um dos servos do príncipe:
Não sabe quem sou, sabe com quem está a falar?
Como os meus servos só conhecem um soberano o PRÍNCIPE e estão instruídos para a qualidade de má educação de algum povo rude da ilha vizinha, sobretudo o politico o que nos tem roubado em nome dos portugueses pacíficos.
Por uma questão de cortesia ainda informaram o referido senhor alto e magro que supostamente o Estado português tem mesmo ali ao lado um outro forte só que na entrada diz Consumo mínimo 250 euros e que ali era UM EURO UM DOLAR UMA LIBRA OU UM REAL.
Os servos do príncipe estão instruídos para em circunstância alguma utilizar a força e assim deixaram o referido senhor alto e magro passar, assim como todos os que o acompanhavam.
Ao chegar ao Estado fui informado pelos serviços secretos do Principado deste triste acontecimento e de imediato desloquei-me ao Pico mais alto do Principado onde aguardavam o fogo de Portugal os pagantes e os caloteiros.
Os pagantes ficaram os caloteiros foram todos para a rua.
Obviamente e num sentido de Estado o referido deputado saiu e informou todos os outros caloteiros que iria chamar a policia portuguesa o que o fez á frente de todos.
Depois de alguma contestação da parte dos outros caloteiros informei-os que aquele senhor alto é uma autoridade em Portugal e que havia chamado a polícia pelo que aguardassem pois o papel do deputado é defender o povo.
Assim fui solidário com todos os caloteiros e vi o rebentamento dos euros transformados em dinamite á cota 14 do Principado.
A música que acompanhou este festival foi um grupo de jovens a fazer questões sobre o principado e sobre o príncipe ou seja valeu por uma aula de história, perguntas e respostas de surpresa, outras de ignorância e outras de ridicularização por esta história
Terminado o espectáculo a Polícia portuguesa nunca compareceu ao local.
Todos ficaram surpreendidos quando o referido senhor se foi embora também não esperando pela chegada da PSP, que todos o ouviram chamar AS AUTORIDADES portuguesas e abandona-os que esperavam não um esclarecimento mas saber da veracidade de terem sido expulsos.
Como disseram afinal você tinha razão quando ouvimos o homem a chamar a polícia de pois de nos disser que ele era uma autoridade e agora vai-se embora, afinal isto de ser deputado chama a PSP e vai-se embora é uma TRETA.
O príncipe também chamou e até hoje a PSP ainda não apareceu.
No final o príncipe convidou todos os pagantes e caloteiros a visitarem o forte e a verem “in loco” uma cópia da Carta Regia da qual comprova a alienação do Rei de Portugal daquela ilha. No final todos agradeceram a visita e numa atitude pedagógica, reparamos em alguns olhares dos visitantes que afinal estão a ser enganados pelos portugueses e pelo poder politico a não dizer a verdade, sobre esta ilha que Portugal vendeu.
Saliente-se o facto de no fim do fogo 2 dos visitantes caloteiros insistirem em quererem deixar um donativo ao forte pelo modo como estamos ser ocupado s pela força dos portugueses. Outros deixaram os seus contactos e assinaram o livro de honra do Principado

Barão não pára de surpreender o Príncipe





O destemido barão do Oceno do Atlântico

No passado dia 13 de Junho de 2009 dia de Santo António o Barão do Atlântico ficou surpreendido por mais um acto de coragem do seu discípulo.
Já tinha sido surpreendido pelas aventuras no oceano e agora surpreendeu-o com a recuperação de uma canoa de 1902 de nome Natacha.
Estiveram presentes diversos armadores da região e os principais transitários da R.A.M.
Depois de uma boa sardinhada especulava-se já que a NATACHA, poderá fazer as ligações entre os navios de grande porte e a babuginha da ilha grande da Madeira, não necessitando de qualquer licença do estado português visto estar registada no Principado como a embarcação número 1.
O armador da Natacha Barão do Atlântico, concedeu ao Príncipe o privilégio de inaugurar o momento da ida ao mar com uma garrafa de champanhe, para espanto de todos quando o Príncipe insistentemente batia violentamente com a garrafa de champanhe na embarcação nunca a garrafa foi partida em cacos e num desses movimentos bruscos a multidão viu a NATACHA recuar em direcção ao calhau, consta que foi uma prova de sentimento de dor por ter sido abandonada pelo seu antigo dono que esteve presente nesta cerimónia.
Eis que então o destemido Barão encheu-se de força e de modo a não haver mais prejuízos e numa atitude digna de energia destapou e abriu o batoque e num grito de alegria a Natacha lá deslizou sem medo pelo mar do Barão seu novo dono deitando lágrimas de apreço aos que a haviam abandonado.
O Barão com este exemplo nobre demonstra que tudo se reconstrói desde que se ame o MAR
Por motivos logísticos não foi possível fixar a placa do Principado, mas ficou registado que o Príncipe irá oferecer á NATACHA um mastro para que o Barão quando estiver cansado possa em v ez de remar velejar como um verdadeiro homem que sabe como se navega no oceano.
Viva a Natacha

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Alguns cachorros só aprendem comendo porrada.


Porque será que o governo português não diz a verdade sobre a ilha que Portugal vendeu em 1903.
Se alguém poder perguntar ao Exº Sr. Ministro da defesa de Portugal se é necessário haver sangue, ou terá o príncipe ter que ofender alguma entidade política portuguesa sobre a ilha que venderam em 1903 e que legitimamente tem direito às suas águas territoriais
Obvio que já questionamos o governo português que ficou mundo e surdo.
Os portugueses ainda estão atormentados com a perca da soberania das colónias que o ministro da defesa ainda pela África “ Portugal discute estratégia para os oceanos com Governo de Maputo
Maputo- O secretário de Estado da Defesa de Portugal, João Mira Gomes, discute quarta-feira com o Governo moçambicano a estratégia da CPLP para os oceanos, uma proposta que a presidência portuguesa da organização quer aprovar em Julho próximo.

Alguns cachorros só aprendem comendo porrada.
O príncipe do principado da pontinha que obvio não tem qualquer força física para já aparente já solicitou diversas reuniões para esclarecimento de dúvidas que o governo português não responde.
Serão mesmo cachorros os portugueses ou ladrões.

domingo, 7 de junho de 2009

Festa Internacional no Pico mais alto do Principado

Seguem-se as fotos do encontro da comemoração da 50ª travessia no atlantico pelo navegador português e fortense.
No Dia da homenagem o Principe Dom Renato I atribuíu ao navegador pela sua audácia e destimação a cidadania Fortense que fui aceite pelo próprio, conforme se pode ver em algumas imagens.
Oportunamente os serviços adminstrativos irão dar mais cobertura a este evento que só foi possivel a colaboração de todos, mas e principalmente da Exª Esposa do agora Barão e do grande amigo Velosa.

Vejam as fotos nos próximos capítulos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

HOMENAGEM A UM GRANDE ILHÉU

No próximo dia 5 de Junho de 2009, pelas 19.30 vai ser homenageado no Pico mais alto do Principado do Ilhéu da Pontinha, o maior e mais bravo ilhéu do mundo português o velejador João Vieira.
Sua majestade o Príncipe Dom Renato I decidiu enaltecer e marcar esta brava epopeia, só possível aos fortes e destemidos que avançam sem perder o objectivo de vista.
Os ilhéus estão localizados no mar e é necessário atravessar o mar para lá chegar, quer estejam a 6 meridianos quer a 70 metros, quer a um passo.
O atlântico é mar aberto livre e atravessa-lo é um risco, somente os fortes conseguem atravessar e resistir.
Ao português que fez a sua 50ª travessia no atlântico passando por 6 meridianos em cada travessia o Principado do Ilhéu da Pontinha, condecora-o com o título de Barão do Atlântico.
A homenagem será também testemunho de todos os amigos e familiares do grande marinheiro.
Aos 5 dias do mês de Junho de 2009-06-04

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Resposta do Ministro da Cultura ao Principe da Atlantida


o Exº Srº ministro da cultura respondeu á provocação do principado com um sério ataque natural conforme podem ver:



Funchal será brutalmente atingido
Essas ondas virão atingir a ilha da Madeira talvez, durante a madrugada do dia 15 de Junho de 2009. Estas datas inserem-se dentro do prazo de Maio até ao final de Setembro dessa também provável data, do inicio do evento, segundo a Mãe, que tem informado a Idalina de Oliveira. Tendo em atenção a imensa força destruidora que chega à Madeira, a Idalina não sabe exactamente em que data partirá a onda perto da Cidade do Cabo, embora até agora creia que não houve alterações nas informações das datas avançadas, mas como as ondas poderão viajar a centenas de quilómetros por hora, não é difícil calcular quando começa todo este evento.A primeira zona de impacto da onda gigante começará na zona de Santa Cruz, que será “de raspão” e apartir daí irá varrer intensamente toda a costa sul e sudoeste madeirense e deixará de ser perceptível entre o Paúl do Mar e a Ponta do Pargo. Quer dizer que zona ribeirinha ao norte da ilha é mais segura que a zona sul, mas deve ser evitada, devido ao forte vento e possibilidade de pequena subida das águas. As regiões mais protegidas serão as terras altas, contudo deverá ter-se em atenção que os fortes ventos também serão bastantes perigosos e até por vezes destruidores. Tanto quanto lhe foi dado ver e ouvir sente que Porto Santo não será afectado.Uma das zonas mais segura na Madeira é a zona alta de S. Vicente e a Eucumeada, Serra de Água, mas outras haverão como o Paúl da Serra, Pico Ruivo, Pico do Areeiro, entre outras.A Idalina refere uma frase da Mãe «tempos virão que a Madeira se unirá com o continente americano», portanto poderá estar aqui implícito o renascimento da Atlântica, mas não será agora em 2009, mas em futuras e mais graves movimentações da crosta terrestre.


Os serviços de fronteira e a policia ISPs do Principado já ergueram as barreiras alfandegárias pois tem-se que a maré baixa demore uns 15 dias. O principado adquiriu já umas boías de assobrar para colocar na porta do forte não vá o Lobo Marinho estragar a porta do forte que ainda não foi paga. (também não importa a festa já foi dada com croquetes e bolo do caco)

Consta que os Espanhóis estão com o barco do meu primo o Principe das Astúrias a ver se as Desertas e a Selvagens se mexem, para colocar lá a bandeira espanhola.


Para os funcionários publicos haverá tolerância de ponto e para o Principado será finalmente o fim desta gatunice, vai tudo ser arrasado, tantas aldrabices tantas falsidades, a fim de se evitar vestigios estão a ser abertos a toda a presa orificios no forte para a respectiva onda penetrar e LIMPAR toda a inveja que existe por parte dos governantes portugueses sem palavra ou seja venderam o forte e queriam agora impedir o seu desenvolvimento e MAMÁ-LO.

GATUNOS DE CASACO E GRAVATA.

Carta do Principe ao Exº Sr Ministro da Cultura Portuguesa


Os secretos portugueses descobriram uma carta do Principe a solicitar um concurso sobre as 7 ruínas portuguesas espalhadas pelo mundo ao Exº Srº Ministro da Cultura Portuguesa.

Para o efeito tem-se visto o departamento do equipamento social do principado a destruir o que resta dos portugueses para atingir o nível máximo e a melhor pontuação. o prémio para a melhor ruína proposto pelo principe foi chumbado pelo então ministro devido á grande necessidade de cimento que seria necessário, consta que o prémio não passará de uma visita guiada aos calabouços da extinta PIDE.

domingo, 31 de maio de 2009

Carta de Sua majestade ao grupo terrorista


Mr Mouamed Mamadu Mata Sete


واحدئيس الوزراء هو الحاكم الفعلي للبلاد. البرلمان الإسباني م قسم الى مجلسين واحد للأعيان ( وعدد أعضاء يبل عين و واحد للنواب و عدد نتائج الانتخابات نائب . نتائج الانتخابات الأخير مباشرة من أصبحت الشعبسنوات، بينماكل سنوات، بينما يعين عنتخاباتضو من مجلس الأعيان و ينتخب الباقون من الشعب أيضاً. رئيس الوزراء و الوزراء يتم تعيينهم من قبل البرلمان اعتماداً على نتائج الانتخابات النيابية . أهم الأحزاب الإس أصمقسم الى مجلسين واحد للأعيان ( وعددأعبحت الشعببانية يتم ماعية و تعيينهمللأعيان


Ox ala


( segundo o departamneto consular em Portugal e com base na tradução consta que o o Principe está a agradecer o armamento que passou nas barbas das policias ISPS Internacionais relativamente ao armamento que o navio americano Nascevile deixou no Principado.
No segundo paragrafo pede ainda um desconto no material pois informou os terroristas que no Principado não há qualquer taxa.

Finalmente diz que testou o equipamento e que foi eficaz.

Refere ainda se podem fazer uma replica do ilheu depois da onda de 120 metros que vem aí.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

RELAÇOES DE BOA VIZINHANÇA


Um Fidalgo português a comprimentar o Principe

Exº Sr. Comandante da fragata
Bartolomeu Dias

Assunto: boas vindas

Na realidade a globalização iniciou-se quando os primeiros navegadores portugueses deram ao mundo novos mundos.
Portugueses, então destemidos que corajosamente desbravaram o mar e numa dita primeira viagem de longa duração aportaram á minha ilha o ilhéu da pontinha assim constituindo o primeiro e mais antigo porto do atlântico e mesmo do mundo novo.
Ilhéu que a título meramente histórico recordamos ter conhecido ao longo dos séculos as seguintes designações: Ilhéu da Salvação, rochedo, monte de rocha, resto de um vulcão, gruta, ilhéu mais perto da terra, ilhéu mais pequeno, o primeiro ilhéu, ilhéu Diogo, ilhéu São José, Forte São José, Bateria da pontinha, Ilhéu da Pontinha e Loo Rock entre outros.
Ilhéu da pontinha território alienado pelo Rei de Portugal “ a dinheiro”, também um grande marinheiro em 1903 porque sabemos que os homens do mar sendo homens de bem respeitam o direito e portanto a carta regia que concederam ao ilhéu da pontinha.
Tendo conhecimento que esta embarcação efectuou o percurso marítimo até às ilhas que Portugal comprou em 1971 acompanhado o presidente da Assembleia da Republica Portuguesa, como forma de respeitar os compromissos antigos perante alguma força vizinha, que duvida da força de Portugal perante as ilhas em apreço.
Respeitem e façam respeitar pois a venda em 1903 por parte de Portugal que soberanamente por direito próprio, pagou em dinheiro a sua liberdade o que está lavrado em escritura e consagrado “ad eternus” em Carta Regia mesmo tipo de documento válido que concedeu a independência ao Brasil e sustentado na mesma constituição.
Os detentores deste ilhéu recusam categoricamente ser considerados portugueses e temos legitimidade para tal, mas temos todo o prazer em receber nas nossas águas, espaço por onde flutua a Vossa embarcação (veja-se a redacção do Direito Internacional Publico sobre o Direito Internacional do Mar IMO) e particularmente a tripulação numa politica de relação fraterna e cordial, no âmbito das relações de boa vizinhança no quadro internacional da União Europeia.
A designação que agora ostenta é consagrada no Direito internacional publico.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O MEU VIZINHO







Circular 139 / 2009

Paseo Salvaje de un País respectado

El Principado del Isleño de la Pontinha, el País mas pequeño del mundo consagrado segundo las exigencias de las Naciones Unidas con las prorrogativas de las Carta Regia pasada por el Rey de Portugal a cuando la alineación del Isleño de la Pontinha vendido al Estado Portugués y pago conforme documento con respectivo deposito del Banco de Portugal del mismo año, sustentado por el Derecho Internacional Publico, Isleño localizado en las siguientes coordenadas 32.38 m 472 décimos, oeste 16.55m 0,57 décimo viene informar a ala comunidad Internacional de lo siguiente:
Al Exmo. Sr. Presidente de la Asamblea de la Republica Portuguesa dice estar a hacer una visita de soberanía as las Isla que o gobernador y brigadero de la Isla de Madeira las comprara a 17 de Julio de 1971 conforme consta el Diário de La Republica Portuguesa.
Visitar estas o otras islas cualquier idiota lo puede hacer o ir en luna de miel, ahora dice en alto tono, buen sonido, grosero y de mal agrado se fuera referido un ámbito de Estado, como es referido públicamente.
Es natural las cosas de la vida difíciles de tragar tal como por ejemplo la ocupación de la India que pasado 12 años es de Portugal reconoce efectivamente no tenia cualquier soberanía en las referidas colonias. E como dijo Salazar quedaron orgullosamente solos.
Recientemente Portugal hasta beatifico Nuno Alvares Pereira, talvez en un precurso de nostalgia esta a ver si aparece un salvador de la Patria tipo que tente readquirir el Fuerte que vendieron con Pose y Dominio porque no lo tenían a la época el Banco Europeo de Inversión, para endeudar el pueblo.
Todo el mundo sabe, que de esta alineación del Rey de Portugal.
Portugal sabe que el mundo sabe del documento entregue en la Comisión Internacional sobre las áreas marítimas en le 11 de Mayo de 2009, relativamente a la integración de las áreas de la plataforma continental de los diferentes países con accesibilidad al mar, órgano dependiente de la Organización Marítima Internacional (OMI) de la ONU, consta como siendo del estado portugués áreas respectarte a lo que fue alienado en 1903.
La comunidad intencional sabe muy bien y más todavía la Europa antigua, que Portugal fue de los primero imperios del mundo y también lo último grande imperio mas através de mucho sangre, que independiente de su minúsculo tamaño fue un país respectado y consagrado como tal.
Los gobernantes portugueses que van tener acceso a este paseo de barco tiene conocimiento de las misivas solicitadas por le Principado para que de modo diplomático esclarecer algunas dividas que el estado portugués quiere esconder y olvidar.
Así la supuesta visita e Su excelencia al Presidente de la Asamblea de la Republica Portuguesa a las referidas Isla para el Principado del Isleño de la Pontinha es visto como una afronta territorial a la luz del Derecho Internacional Publico que de acuerdo con el Derecho Internacional del mar consagrado en la organización de la (OMI).
Como dijo el Ministro de los Negocios del Extranjero Portugués en Paris:
“La alternativa al dialogo es la guerra”.
El Príncipe ja constato a los gobernantes portugueses sobre este asunto, mas estas se mantienen sordos y mudos, por el momento.

Que Dios Vos guarde

Fuerte de San José, día 26 de Mayo del Año de la Gracia del 2009
Anno a Christo Natto, MMVIII

http://www.fortesaojose.com/

quinta-feira, 21 de maio de 2009

OBAMA COM CÃO PORTUGUÊS, PRINCIPE COM CÃO AMERICANO


Enquanto O PRESIDENTE AMERICANO ESCOLHEU UM CAO DE RAÇA PORTUGUÊS, O PRINCIPE DO Principado do Ilhéu da Ppontinha escolheu um PIT BULL
UM AMERICAN STAFFORDSHIRE TEMER também conhecido por Pit –bull
Dócil meigo calmo e equilibrado.
Quando circula em Portugal e por uma questão de boa vizinhança está devidamente vacinado conforme LEGISLAÇÃO PORTUGUESA.
No principado basta ser amigo do príncipe E O BICHINHO NÃO MORDE, AGORA QUANDO ELE SENTE O CHEIRO A POLITICOS FICA COM UM AR ESTRANHO

terça-feira, 19 de maio de 2009

Faz-de-Conta que abro as janelas...: Diário de Viagem (3)...O Principado do Ilhéu da Pontinha...






Foi com grande prazer que o príncipe recebeu por ocasião de uma grande efeméride mais concretamente de um português não madeirense fez um trabalho sobre uma personagem histórica cujo conteúdo deixo á consideração dos interessados. Claro que falo sobre Cristóvão Cólon dizia eu estou português escritor que alguns madeirenses até o tentaram minimizar como se ele fosse um inventor de histórias, refiro-me ao autor do livro um alentejano que descobriu a América.


Em contrapartida o grande nome deste historiador Cristóvão Cólon também evidenciado mas por portugueses madeirenses não tem sido muito feliz contudo parece ter tido o apoio do estado português em alguns bons euros óbvio que refiro-me a um empreendimento na ilha que Colombo casou, talvez tenha sido um sonho de Colombo que os portugueses pagaram. Quanto ao jornalista português que o tentaram denegrir não pediu um cêntimo a ninguém.


A diferença é que o jornalista fez um resort sobre Cristóvão Cólon e o madeirense sonhou com o dinheiro dos portugueses.

domingo, 17 de maio de 2009

CENSURA NO PRINCIPADO









Os serviços de segurança decidiram "tapar" a restante equipa internacional que vai participar na Liga dos Cam. Europeus por achar demasiado arriscado.
Se os portugueses foram ao cumulo de tentar roubar o que venderam a ilha para fazer o porto que fariam se tivessem hipoteses de roubar os melhores jogadores do mundo, dai o Staff do principado só apresentar a equipa depois de anunciado o grupo a que vai pertencer.
Quanto ao Estádio do Principado está a ser edificado sobre as aguas territoriais e chamar-se-á ESTÁ AQUI MAS NÃO É PARA TI!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Madeirenses têm vergonha de mostrar os ilhéus


Sem ter visto com muito pormenor a referida exposição sobre o roteiro cultural da madeira ou do Funchal os serviços secretos reparam que os técnicos de fotografia esconderam os 2 ilheus que têm á frente da cidade que fez o mesmo roteiro.

serão mesmo ilheus portugueses? Nem constam do antigamente!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Qual será o valor do IMI deste monstro?...

De um verdade insofismável, ninguém poderá escapar: todos os imóveis, ao fim de alguns anos, pagam o respectivo imposto sobre o património conseguido à custa de muito suor e lágrimas por parte dos seus legítimos proprietários. Para que serve esse dinheiro do imposto, lá Deus saberá para quê? Nem o Príncipe escapou a essa contingência da vida. Taxado e obrigado a pagar irremediavelmente o tal imposto (IMI), pelo simples facto de possuir uma singela propriedade a meio de mar, onde cheira a maresia e a excremento nauseabundo dos portugueses.
Importa salientar que se este facto tivesse ocorrido na Idade Média, seria motivo para cortar cabeças e um terrível duelo de gladiadores teria acontecido. Por conseguinte, o Príncipe teria desembainhado a espada da cintura e teria degolado o ameçador, sem dó, nem piedade.
Ainda a este propósito, a embaixada do Principado consultou os serviços de um reputado parapsicólogo, o mesmo que surge precisamente na página da notícia publicada no Diário Cidade, edição do dia 9/04/2009, inserida na página 7, sobre o vândalo imposto municipal de imóveis sugado ao seu legítimo proprietário, o Príncipe.
Consta que o tal afamado Parapsicólogo, detém no Príncipe um dos seus melhores pacientes, que lhe traz forças ocultas do além-mar, para enfrentar as tormentas e maleitas do rol infernal de clientes resultantes desta crise financeira internacional. O Parapsicólogo, segundo as suas meditações espirituais orientais, foi iluminado para que se procedesse ao pagamento do respectivo imposto, em dívida, através de uma ida, in loco" à repartição de Finanças da área do Ilhéu, e que se pagasse com a matéria em bruto, ou seja, pedras do calhau, depositadas ao balcão.
Depois de uma mera consulta ao tal Parapsicólogo, em que o Príncipe pagou em moeda do seu estado (calhau), aquele não achando valor pecuniário ao material, resmungou altivamente e em tom sonante ouvido na Esquina do Mundo, e advertiu que as autoridades trancassem o Príncipe no forte e enchessem o respectivo local de terra, de modo a não se ver nem um cabelo à tona...
P.S.- A personagem do referido técnico de saúde, em apreço, não é nossa conhecida e merece obvimante o nosso maior respeito, só é mencionada neste texto por mero acaso. Atenciosamente.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Última entrevista do Principe em 2008


Entrevista: Renato Barros, o homem que comprou um “Estado adormecido”
Renato Barros é o homem que, no ano 2000, adquiriu um pequeno forte a 70 metros da Ilha da Madeira. Após a compra, do que é conhecido como Forte de São José, apercebeu-se que teria adquirido mais que um simples imóvel. É que este forte é um território independente à 105 anos, e por isso Renato luta pelo reconhecimento deste micro-estado.

O auto proclamado Príncipe, deu uma entrevista exclusiva ao AnaFigueiras.com. Na entrevista explica o que o move e os planos que tem para o futuro do Principado da Pontinha.

AF: Porque decidiu adquirir o Forte de S. José?

RB: Decidi adquirir o Forte de S. José talvez por um instinto divino. -Se observar bem os meus vizinhos ilhéus, para se deliciarem com a substância que possuem em abundância, a água do mar, em muitos casos têm de pagar o acesso ou então, deslocarem-se vários quilómetros. Evidentemente, quando vi a possibilidade de ter a “chave do mar”, não hesitei. Na mesma linha de importância, foi ter esta força imensa das ondas do mar, que me permitiriam uma fonte inesgotável de energia alternativa. Também, porque achei ser uma oportunidade única de adquirir um bem com tanta história, que estava desprezado, e devolver-lhe a dignidade que tinha direito. Depois, por uma razão económica, fazer um franchizing do Peter’s Café Sport do Faial, Açores, e abrir um bar com esplanada naquele lugar privilegiado.

AF: Como é que descobriu que tinha em mãos um território independente?

RB: Quando adquiri o Forte de S. José, foi-me dada pelo antigo proprietário uma Carta Régia datada de 1903, onde consta que pela vontade do Rei D. Carlos I, concedia toda a posse e domínio ao adquirente, seus herdeiros e sucessores, desta antiga praça de guerra. Ora, a posse todos temos quando adquirimos um bem, mas o domínio, esse é do Estado. No meu caso, sou detentor de toda a posse e domínio do Forte de S. José e nele posso fazer o que bem entender, como por exemplo, um Principado.

AF: Porque é que luta pelo reconhecimento da independência do ilhéu da Pontinha pelas Nações Unidas?

RB: Sabe, Portugal durante a sua multi-secular existência, tem vindo a alienar territórios que eram legitimamente portugueses. Todos eles foram reconhecidos pelas Nações Unidas. Porque não o meu? Já se questionou a quantidade de territórios que Portugal alienou, cedeu, vendeu, perdeu, durante séculos? E por exemplo, Macau, território legitimamente português e que há bem pouco tempo foi devolvido aos chineses? E os russos, será que vão reivindicar o Alasca aos americanos? Será que, há luz do Direito Internacional Público, faz alguma diferença a venda de um território entre Estados e a mesma entre um Estado e um privado?

AF: Com que apoios conta?

RB: Conto com o apoio de todas as pessoas e entidades de bem, como por exemplo, a Comunicação Social. Tenho recebido imensas mensagens de apoio de vários organismos, de micro Estados, entidades independentes como a norte americana Sojourners, de conceituados juristas e de outras entidades que a seu tempo serão divulgadas. Queremos dar a conhecer ao mundo, que são legitimas as nossas prerrogativas da criação de um Estado, fruto dos poderes que a Carta Régia nos confere, e que só agora foram reivindicados devido ás atrocidades para comigo cometidas pelas entidades oficiais.

AF: O que pensa a sua família acerca deste assunto?

RB: A minha família é sensível ao sofrimento por que passei e passo, derivado ás dificuldades que as entidades regionais me têm causado. Tout court, está solidária comigo.

AF: Que reacções obteve do Governo Regional (GR) e do Estado Português?

RB: Em primeiro lugar, queria referir que o Governo Regional não tem competência alguma sobre o assunto em apreço. O GR pode pedir esclarecimentos ao Estado Português. Contudo, qualquer atitude do GR responsabiliza implicitamente o Estado Português. Passarei assim a referir as reacções do GR, afirmando que, do Estado Português só obtive o silêncio.

Quando pedi apoio ao GR e me escreveram coisas tais como “O Forte de S. José que diz possuir…/…se não vende não faz nada (ofereceram-me 75 000,00€) …/…podemos autorizar desde que…ou então não queremos perder tempo…”. Ora, o que pretendíamos para o nosso Ilhéu, era exactamente o que o GR aprovou com verbas comunitárias, ou seja, um bar/restaurante/esplanada/miradouro, quando abusivamente agiram como se o Forte de S. José fosse um bem público, isto é, parte de Portugal. Verificamos então um acto aberrante. Foi publicado no Joram e no Diário da Republica, um concurso para o efeito e que o GR dava de concessão o nosso Ilhéu a uma empresa fictícia, porque não registada, com o nome de XPTZ. Quando questionamos as entidades oficiais, afirmaram através do notário oficial, que não havia qualquer registo do nosso Forte! Mentira crassa!

Perante estas atrocidades e bem analisada a situação por técnicos estrangeiros, chegamos à conclusão, que à luz do Direito Internacional Público, existe aqui um vazio jurídico que nos confere a soberania do Forte de S. José situado no Ilhéu da Pontinha, assim como 200 milhas de águas territoriais.

AF: Até ao momento, o que foi feito para que a independência seja reconhecida?

RB: Em primeiro lugar, não existe lugar a independência, mas sim á criação de facto de um Estado, prerrogativa que me confere a Carta Régia. È um status adquirido que nunca foi reclamado, um Estado adormecido. Assim sendo, o Estado só tem que ser dado a conhecer. Se necessário for, solicitaremos uma arbitragem internacional.

AF: Se considera que é possível que o Principado da Pontinha seja um território independente, porque é que não foi viver para o Forte?

RB: Como sabe, o Forte está em recuperação. Contudo, posso afirmar-lhe que é nosso grande desejo viver no nosso Ilhéu, pois vai ter todas as condições de habitabilidade. È portanto por razões técnicas e de logística.

AF: Como é possível tornar o Principado da Pontinha sustentável?

RB: Ainda bem que me faz essa pergunta. O Principado da Pontinha tem um potencial incomensurável? Já viu as águas territoriais a que temos direito? E o porto de mar que está inserido nos domínios do Principado? Acha que não devo recolher interesses de um bem que me pertence? E o espaço aéreo? Queremos uma praça offshore, um pólo científico, um aeroporto flutuante, um projecto hoteleiro de 7 estrelas…Queremos provar ao mundo que um micro estado pode gerar uma macro economia, como de uma superfície de um Forte até aqui desprezado e das suas águas territoriais, se pode dar um exemplo de gestão e potenciação de recursos, onde a inteligência supera a força bruta e a arrogância. Já imaginou que eu, da minha penthouse giratória, consigo abranger na plenitude esta ilha vizinha, situada nas águas territoriais comuns? Bom, provavelmente, seremos o país mais rico do mundo, pois não temos dividas e temos imensos créditos!

AF: A parte exterior do Forte de S. José esteve durante anos aberta ao público. Quando conseguir a independência do Principado, pretende barrar ou cobrar pela entrada no miradouro do Forte?

RB: Deixe-me corrigi-la quanto à independência, pois como sabe não è disso que se trata: O Principado Ilhéu da Pontinha era um Estado adormecido que só agora foi reivindicado. Nós somos um Estado Humanista, não criamos barreiras, não vamos criar uma nova cortina de ferro. Desde claro, as regras de boa vizinhança sejam cumpridas! E acreditamos piamente que seremos uma mais-valia para os nossos vizinhos portugueses.

AF: Que trabalhos de recuperação e revalorização do Forte de S. José estão a ser desenvolvidos neste momento?

RB: Temos feito o possível e não o desejável, por diversas razões. Contudo, temos tido a solidariedade de pessoas e entidades ligadas à arqueologia e outras. Posso afirmar que uma das entidades é o museu Hermitage de S. Petersburgo. Há imensos projectos de beneficiação que oportunamente serão divulgados.

PORQUE DECIDIU ADQUIRIR O FORTE?

Decidi adquirir o Forte São José talvez por um instituto divino.
Se observar bem os meus vizinhos mais próximos que vivem na outra ilha para se deliciarem com a substância em abundância (mar agua )o que os divide com o resto do mundo.
Mas para se deliciarem têm que pagar em alguns lugares da ilha, ao contrário de eu que apenas tenho a Leste uma estrada sendo o restante o mar, pois se não fosse a carta regia de 1755 até isso poderia ser anulado.
Depois quando verifiquei que os habitantes dos países nórdicos por exemplo vão praticar Ski pois a substância em abundância (neve )tirando partido da natureza sem quaisquer restrangimentos, os habitantes de África deliciam-se na substância em abundância na areia quando querem e ao contrário um habitante local se quiser ir ao mar tem que pagar ou ter que andar uns KM.
Evidente que quando vi a possibilidade de ter a chave do mar não hesitei.
Outro motivo bem mais interessante foi ter ao meu lado uma grande força oculta ou seja as ondas do mar uma força inesgotável para poder fazer experiências e que foi o principal motivo que me levou a comprar o referido ilhéu.

COMO É QUE DESCOBRIU QUE TINHA EM MÃOS UM TERRITÓRIO INDEPENDENTE?~

Descobri graças á atitude dos governantes portugueses
Como sabe o povo português é um povo pacifico e respeitador ainda mais os governantes que são legitimados pelo governo.
Quando pedi apoio ao governo e as autoridades portuguesas me escreveram “o Forte São José que diz possuir.../... se não vende não faz nada.../...podemos autorizar desde que ou então não queremos perder mais tempo...
Assim no bom sentido de qualquer português verifiquei que as expresses que nunca se poderia afirmar ao meu estado de Direito pois nenhum político sério ou escreve afirmações de tal género isso ou isto a qualquer parcela de terreno nacional, existem regras, e só poderia ser brincadeira.
Obviamente que pretendíamos a ter o apoio de Portugal nesta ilha que Portugal vendeu e rigorosamente o que havíamos pedido era fazer rigorosamente a mesma coisa ou seja o que os portugueses aprovaram com verbas comunitárias que foi um bar restaurante miradouro e esplanada, quando pensavam que o Forte São José era de Portugal que era explorar em termos de restauração.
Depois verificamos que foi publicado no D.R. inclusive um concurso para o efeito e que a mesma entidade chegou a dar de concessão a nossa ilha a outros indivíduos ignorando a propriedade privada
Questionamos as entidades oficiais sobre os assunto e a mesma entidade que fez o concurso que tinha previsto dar a nossa ilha a determinados amigos respondeu-nos que sobre a nossa ilha não havia qualquer registo oficial ou seja mentiram-nos (notário do Governo) tentamos pedir a ajuda ou seja o dialogo e as respostas foi de que só haveria reunião se fosse para vender o ilhéu ou então não queriam perder mais tempo connosco.
Fase a estas respostas só tivemos que pedir desculpa ás autoridades portuguesas pelo incomodo pois acreditamos que a raça portuguesa e nenhum membro de qualquer governo pertencente á União Europeia escreveria a qualquer cidadão que não queria perder mais tempo com uma parcela territorial do país que governa.
Depois de uma analise de técnicos estrangeiros as afirmações dos políticos e do conteúdo da carta regia e da confirmação do estado português os peritos internacionais deram razoes aos políticos quando diziam que não queriam perder mais tempo pois o ilhéu fora vendido com toda a posse e domínio.
Essa mesma equipa de juristas informou-nos que a luz do DIP existe ali verdadeiramente um vazio jurídico INTERNACIONAL e esse vazio jurídico dá para o seu detentor fazer o que quiser e a nossa vontade que consta do DIP depois da atitude de Portugal até legitima sem ter que ser penalizada dispensar a protecção do Estado português que nos vendeu este ilhéu com as respectivas prerrogativas.
Que não nos merece confiança alguma, não queremos mais nada com Portugal e estamos a faze-lo pelas vias democráticas e consagradas nas nações unidas e legais no nosso território não é preciso capacetes azuis KFOR. Há total convergência entre os detentores e habitantes do ilhéu.


PORQUE É QUE LUTA PELO RECONHECIMENTO DO ILHÉU DA PONTINHA PELAS NAÇÕES UNIDAS?

Nenhum dos detentores do Principado do Ilhéu da Pontinha luta pela independência.
Essa prerrogativa foi outorgada em 3 de outubro de 1903 com base na constituição de 1822.
O Principado do Ilhéu da Pontinha tem os requisitos para ser aceite nas Nações unidas. O povo do Principado do Ilhéu da Pontinha não precisa de lutar pela independência, pois seria o mesmo que os brasileiros lutassem agora pelo Brasil quando foi dado na mesma constituição em que Portugal vendeu o forte.
Agora lamentavelmente o governo português que pretende ignorar a venda e a Carta regia pois fomos durante 8 anos muito bem roubados pelas autoridades portuguesas já viu se a Rússia agora pretendesse o Alasca ou Portugal fosse agora reenvidicar o que deu aos chineses ou seja pedir de volta Macau.
Não queremos nada de Portugal ao contrario de outros que estão sempre a pedir e a pechinchar mais dinheiro nós não queremos dinheiro não queremos nada, queremos seguir o nosso caminho, não devemos nada a ninguém será o único país do mundo com a menor inflação mundial em termos per capita
Se vamos ter sucesso ou não o problema é nosso se nos vamos suicidar (problema seria nosso) é a essa nossa vontade e essa tem que ser respeitada não queremos para já mais a ajuda de Portugal pois Portugal não nos merece confiança neste momento.
Como dizia Saramago: os direitos humanos não são respeitados. Quando o forte foi dos ingleses os governantes portugueses nunca colocaram em causa a respectiva posse e o domínio do mesmo Ilhéu da Pontinha e os ingleses nunca usaram em qualquer circunstancia a Carta regia, pois sempre houve respeito.


COM QUE APOIOS CONTA?
Conto com o apoio da Comunicação Social em divulgar este caso pois não pretendo ir pela violência se assim fosse poderia escolher então não a comunicação social mas sim um grupo de terroristas, para dar de chicote neste bandalhos.
Pretendemos que a Comunicação Social ao se aperceber deste “Case Study” não me reconheça nem tem poderes para tal mas que seja a favor de uma arbitragem internacional, pedido esse que já fiz ao Estado português mas que o silencio matem-se e a resposta nunca chegou.
O Parlamento europeu já nos respondeu é publico e é conivente com esta situação ou seja os 500 milhões de europeus sabem mas todos se calam
O governo irlandês também já nos respondeu.
Não pretendemos o reconhecimento de qualquer país ou de nenhum país, queremos sim que o mundo veja o que passamos vergonhosamente e tivemos que chegar aonde vamos chegar pois as relações com o Estado português queremos num futuro que sejam as melhores até porque somos vizinhos veja-se o caso da Indonésia e Timor, de inimigos a parceiros
estamos a organizar a nossa desanexação do Estado português que nos anexou sem a devida autorização e sem consentimento. Houve sim foi cordialidade e respeito e o que se chama agora relações de boa vizinhança.
O Principado do Ilhéu da Pontinha esteve adormecido durante 102 anos e até poderia ter ficado sempre adormecido ou nunca acordar não fosse a atitude do nosso suposto protector em nos querer apoderar da posse e do domínio e da nossa ilha

O QUE PENSA A SUA FAMILIA ACERCA DESTE ASSUNTO?

Como no Principado do Ilhéu da Pontinha e conforme consta da nossa constituição a familia real deu total liberdade ao soberano para agir desde que o procedimento a usar não seja violento nem ofensivo ou agressivo e tem sido esse o nosso envolvimento e procedimento.
Sobre a atitude da familia o Príncipe reserva-se a esse direito de apenas responder ao Seu povo e em familia trocamos impressões e discutimos ideia e procedimentos. Se fizesse a mesma pergunta ao rei de Espanha o que pensa sobre o modo como vai a Espanha e qual é a política seguida. No nosso caso o povo fortense está bem informado da situação e digo constantemente e diariamente são elaborados relatórios da situação.




QUE REACÇÕES OBTEVE DO GR E DO ESTADO PORTUGUÊS?

Do GR não tive reacção nenhuma porque o Gr não tem competência alguma sobre o assunto em apreço. O Gr pode é se assim o entende pedir esclarecimentos ao Estado português

Do Estado português é o silencio tal como foi quando o Estado da Índia mandou uma carta (ameaçando invadir as então provinciais português legitimo território português )a Portugal e Infelizmente Portugal perante a força do adversário não teve a coragem de dizer Não pois o referido território á luz do DIP na época era rigorosamente português e todas as nações foram cúmplices da situação daí a celebre frase de Salazar ORGULHOSAMENTE SÓS
Mas como ver nós não pretendemos usar a força pois ela existe dentro de nós e estamos a usa-la já


ATE AO MOMENTO O QUE FOI FEITO PARA QUE A INDEPENDÊNCIA SEJA REALIDADE?
Antes de responder devemos voltar atras a independência já é reconhecida não está é em marcha Quando a indonésia invadiu Timor Esse território era independente já era português. os portugueses é que não o quiser-mos.
Assim Principado do Ilhéu da Pontinha está a organizar a sua armada de embaixadores diplomatas em todo o mundo. Estamos a divulgar pelas ONG o nosso propósito e o silencio de Portugal hipócrita perante este caso Pretendemos acima de tudo que seja realizado uma arbitragem internacional sobre a situação. O Forte São José esteve foi em “coma”

COMO É POSSÍVEL TORNAR O PRINCIPADO DO ILHÉU DA PONTINHA SUSTENTÁVEL

Muito simples dêem-nos 1 segundo, ou 1 minuto ou 1 hora ou um dia ou 1 ano ou 1 século ou um milénio e observem como se pode viver o único país do mundo sem quotas de poluição etc. etc.

A PARTE EXTERIOR DO FORTE SÃO JOSÉ ESTEVE DURANTE ANOS ABERTA AO PUBLICO

Na sua casa entra quem você decide em qualquer estado entra quem os governantes assim o entendem no caso de Portugal já é mais grave pode entrar um cidadão por exemplo francês ou espanhol que Portugal não pode recusar devido a compromissos assumidos pena União Europeia onde Portugal é membro. O Principado do Ilhéu da Pontinha recebe quem quer nem tem qualquer protocolo com ninguém é soberano ao contrario de outros países da Europa
O Estado do Vaticano não tem fronteiras. Não fechamos o forte porque pretendemos ter relações de boa vizinhança.
Mais grave ainda se um dia quiséssemos efectivamente fechar o Nosso Estado tememos que poderia inviabilizar a economia de outra cidade e colocar em causa pessoas e bens que inocentemente teriam repercussões dessa atitude que poder-se-á tomar se assim entender-mos ou se por força da situação vier a ser tomada, mas sobre isso a história dirá. Mas ninguém vai morrer, tal como a Carta Regia nunca morreu

QUE TRABALHOS DE RECUPERAÇÃO E REVALORIZAÇÃO DO FORTE SÃO JOSÉ ESTÃO SER DESENVOLVIDOS NESTE MOMENTO

Á época em que se pretendia ter o apoio do Estado português afinal foram feitos trabalhos de investigação arqueológica e seus trabalhos tiveram todos os tramites rigorosos com base na legislação portuguesa nos achados arqueológicos.Contudo como posteriormente apercebemo-nos deste desfecho ou seja o Estado português não tem qualquer autoridade na nossa ilha estes estão a ser realizados por equipas e instituições arqueológicas estrangeiras. Dentro de pouco tempo será inaugurada uma exposição dos nossos achados num pais que nos tem ajudado nesta área e pela respectiva universidade.